ISSN 2594-5327
59º Congresso anual — Vol. 59 , num. 1 (2004)
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Resumo
O aumento da demanda dos recursos hídricos para o abastecimento público, bem como as restrições impostas pelas normas referentes ao controle ambiental, vêm obrigando os setores industriais a fazerem uma reavaliação dos sistemas de coleta, tratamento e liberação de efluentes. O efluente em estudo foi obtido do processo de extração dos metais níquel e cobalto, e apresentam uma quantidade significativa destes metais, que têm altos valores comerciais e importantes aplicações na indústria. Os métodos tradicionais de tratamento de efluentes industriais não são eficientes para remover baixas concentrações residuais destes metais e, por isto, como forma de tratamento alternativo, é apresentada a troca iônica. O processo consiste na passagem do efluente, contendo níquel e cobalto, por colunas de resinas de troca iônica que são seletivas a estes metais. Desta forma, os metais ficam retidos na resina e, após a saturação, esta é regenerada, obtendo-se sulfatos de níquel e cobalto. Estas soluções obtidas são recuperadas em etapas anteriores do processo de extração, ou diretamente ao processo de eletrólise, proporcionando a obtenção do níquel e cobalto metálico. A água obtida após o processo de troca iônica também pode ser reaproveitada, pois esta não contém mais os metais, reduzindo assim custos de captação da mesma.
O aumento da demanda dos recursos hídricos para o abastecimento público, bem como as restrições impostas pelas normas referentes ao controle ambiental, vêm obrigando os setores industriais a fazerem uma reavaliação dos sistemas de coleta, tratamento e liberação de efluentes. O efluente em estudo foi obtido do processo de extração dos metais níquel e cobalto, e apresentam uma quantidade significativa destes metais, que têm altos valores comerciais e importantes aplicações na indústria. Os métodos tradicionais de tratamento de efluentes industriais não são eficientes para remover baixas concentrações residuais destes metais e, por isto, como forma de tratamento alternativo, é apresentada a troca iônica. O processo consiste na passagem do efluente, contendo níquel e cobalto, por colunas de resinas de troca iônica que são seletivas a estes metais. Desta forma, os metais ficam retidos na resina e, após a saturação, esta é regenerada, obtendo-se sulfatos de níquel e cobalto. Estas soluções obtidas são recuperadas em etapas anteriores do processo de extração, ou diretamente ao processo de eletrólise, proporcionando a obtenção do níquel e cobalto metálico. A água obtida após o processo de troca iônica também pode ser reaproveitada, pois esta não contém mais os metais, reduzindo assim custos de captação da mesma.
Palavras-chave
efluentes, mineração, troca iônica, eletrólise
efluentes, mineração, troca iônica, eletrólise
Como citar
Ferreirinha, Simone Cristina; Almeida, Ricardo de; Cunha, Osmar Aliton Alves da; Crisi, Giovanni Sebastiano.
RECUPERAÇÃO DE NÍQUEL E COBALTO PRESENTES EM EFLUENTES DE MINERAÇÃO,
p. 2758-2767.
In: 59º Congresso anual,
São Paulo, Brasil,
2004.
ISSN: 2594-5327, DOI 10.5151/2594-5327-4057