ISSN 2594-5327
59º Congresso anual — Vol. 59 , num. 1 (2004)
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Resumo
A produção de pigmento branco para a indústria de tintas requer o uso de fontes de TiO₂ ricas neste composto. Tem-se procurado desenvolver nos últimos anos processos de enriquecimento de ilmenita tecnologicamente mais acessíveis e com menor agressividade ao meio ambiente. Um desses processos é o da redução carbotérmica seguida da separação dos produtos de redução. Por outro lado, este processo é normalmente dependente do tipo de ilmenita utilizada, a qual pode conter maiores ou menores teores de impurezas. Foram realizados ensaios termogravimétricos, isotérmicos e não isotérmicos, de redução carbotérmica de ilmenita brasileira, proveniente do beneficiamento da areia monazítica, visando o seu enriquecimento em TiO₂ para posterior uso na produção de pigmento. As variáveis estudadas foram a quantidade de redutor, a granulometria da ilmenita e a temperatura de redução. Ao final dos ensaios, os produtos de redução foram observados em microscópio óptico e eletrônico de varredura. Como era esperado, a velocidade de redução aumenta com o aumento da quantidade de redutor e da temperatura e com a diminuição do tamanho das partículas de ilmenita. Verificou-se a formação de partículas de Fe metálico com Ti dissolvido mostrando a inevitável redução do TiO₂. As energias de ativação aparentes calculadas estão entre 88 e 324 kJ.mol⁻¹.
A produção de pigmento branco para a indústria de tintas requer o uso de fontes de TiO₂ ricas neste composto. Tem-se procurado desenvolver nos últimos anos processos de enriquecimento de ilmenita tecnologicamente mais acessíveis e com menor agressividade ao meio ambiente. Um desses processos é o da redução carbotérmica seguida da separação dos produtos de redução. Por outro lado, este processo é normalmente dependente do tipo de ilmenita utilizada, a qual pode conter maiores ou menores teores de impurezas. Foram realizados ensaios termogravimétricos, isotérmicos e não isotérmicos, de redução carbotérmica de ilmenita brasileira, proveniente do beneficiamento da areia monazítica, visando o seu enriquecimento em TiO₂ para posterior uso na produção de pigmento. As variáveis estudadas foram a quantidade de redutor, a granulometria da ilmenita e a temperatura de redução. Ao final dos ensaios, os produtos de redução foram observados em microscópio óptico e eletrônico de varredura. Como era esperado, a velocidade de redução aumenta com o aumento da quantidade de redutor e da temperatura e com a diminuição do tamanho das partículas de ilmenita. Verificou-se a formação de partículas de Fe metálico com Ti dissolvido mostrando a inevitável redução do TiO₂. As energias de ativação aparentes calculadas estão entre 88 e 324 kJ.mol⁻¹.
Palavras-chave
ilmenita, redução carbotérmica, cinética não-isotérmica
ilmenita, redução carbotérmica, cinética não-isotérmica
Como citar
Silva, Ailton Nascimento; Mourão, Marcelo Breda.
REDUÇÃO CARBOTÉRMICA DE ILMENITA BRASILEIRA,
p. 3228-3237.
In: 59º Congresso anual,
São Paulo, Brasil,
2004.
ISSN: 2594-5327, DOI 10.5151/2594-5327-4144