ISSN 2594-5327
59º Congresso anual — Vol. 59 , num. 1 (2004)
Título
Autoria
DOI
Downloads
Resumo
O sistema de injeção de carvão pulverizado PCI, dos altos-fornos 2 e 3 da CSN foram projetados para injetar um máximo de 200 Kg/Tongusa para as produções de 4500 e 9500 Tongusa/dia respectivamente. Portanto, as estações de injeção foram projetadas para taxas aproximadas de 40 e 80 Ton/h de carvão pulverizado para os altos fornos. O fluxo constante de carvão pulverizado tem que ser o mais estável possível, sem a ocorrência de quedas de injeção, sejam por falhas nos equipamentos ou processo. As consequências de uma queda de injeção, ou interrupções no fluxo de carvão, vão desde a redução do alto-forno, apagamento das caldeiras da CTE, entupimento de lanças e instabilidades nas malhas de controle de vazão de vapor e oxigênio que por sua vez são cascateadas com a taxa de injeção. Após melhorias e desenvolvimentos em equipamentos e lógicas de controle ao longo da experiência de 9 anos, o número de quedas de injeção de carvão pulverizado mensal foi diminuído em cerca de 36%, possibilitando um índice de queda de injeção zero no mês de dezembro de 2003. Assim, hoje as plantas de injeção do PCI são mais estáveis e confiáveis atingindo índices de disponibilidade médios de 99,98%, ou seja, 10 minutos de queda por mês por cada estação de injeção. Isto proporciona uma estabilidade operacional para o alto-forno gerando oportunidades para PCR maiores, com taxas de injeção em de 90 Ton/h para a atual produtividade dos altos fornos. Além disso, houve melhorias consideráveis na vida útil dos equipamentos devido a essa otimização.
O sistema de injeção de carvão pulverizado PCI, dos altos-fornos 2 e 3 da CSN foram projetados para injetar um máximo de 200 Kg/Tongusa para as produções de 4500 e 9500 Tongusa/dia respectivamente. Portanto, as estações de injeção foram projetadas para taxas aproximadas de 40 e 80 Ton/h de carvão pulverizado para os altos fornos. O fluxo constante de carvão pulverizado tem que ser o mais estável possível, sem a ocorrência de quedas de injeção, sejam por falhas nos equipamentos ou processo. As consequências de uma queda de injeção, ou interrupções no fluxo de carvão, vão desde a redução do alto-forno, apagamento das caldeiras da CTE, entupimento de lanças e instabilidades nas malhas de controle de vazão de vapor e oxigênio que por sua vez são cascateadas com a taxa de injeção. Após melhorias e desenvolvimentos em equipamentos e lógicas de controle ao longo da experiência de 9 anos, o número de quedas de injeção de carvão pulverizado mensal foi diminuído em cerca de 36%, possibilitando um índice de queda de injeção zero no mês de dezembro de 2003. Assim, hoje as plantas de injeção do PCI são mais estáveis e confiáveis atingindo índices de disponibilidade médios de 99,98%, ou seja, 10 minutos de queda por mês por cada estação de injeção. Isto proporciona uma estabilidade operacional para o alto-forno gerando oportunidades para PCR maiores, com taxas de injeção em de 90 Ton/h para a atual produtividade dos altos fornos. Além disso, houve melhorias consideráveis na vida útil dos equipamentos devido a essa otimização.
Palavras-chave
Redução de quedas, Injeção de carvão pulverizado, PCI
Redução de quedas, Injeção de carvão pulverizado, PCI
Como citar
Franklin, Fabiam; Reinaldo, José Maria; Zanetti, Carlos Hilton; Motta, Ricardo Sebastião Nadur; Silva, Alcides Jose de Lucena.
REDUÇÃO DAS QUEDAS DE INJEÇÃO DO SISTEMA DE CARVÃO PULVERIZADO,
p. 588-602.
In: 59º Congresso anual,
São Paulo, Brasil,
2004.
ISSN: 2594-5327, DOI 10.5151/2594-5327-3674