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Congresso Anual da ABM


ISSN 2594-5327

51º Congresso anual Vol. 51 , num. 1 (1996)


Título

RESISTÊNCIA À CORROSÃO DE AÇO FOSFATIZADO: DETERMINAÇÃO POR ESPECTROSCOPIA DE IMPEDÂNCIA ELETROQUÍMICA

RESISTÊNCIA À CORROSÃO DE AÇO FOSFATIZADO: DETERMINAÇÃO POR ESPECTROSCOPIA DE IMPEDÂNCIA ELETROQUÍMICA

Autoria

DOI

10.5151/2594-5327-51v3-557-566

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Resumo

Os revestimentos de fosfato de zinco em aço consistem na deposição de cristais com morfologia e tamanho variável. A obtenção do depósito cristalino é uma combinação de reações químicas e eletroquímicas entre os reagentes e o substrato metálico. A espessura da camada e o tamanho dos cristais obtidos são característicos de cada banho de fosfatização e da aplicação final do metal. Genericamente, as aplicações de fosfatos são duas: perfil de ancoragem para posteriores revestimentos orgânicos e usos tribológicos em armamentos bélicos ou indústria de conformação mecânica. Na área de proteção à corrosão, os fosfatizantes disponíveis no mercado não estão de acordo com as necessidades de um sistema protetor anticorrosivo. Num sistema de proteção à base de fosfato, o revestimento tem a função de ser o último recurso do sistema protetor para evitar a corrosão do substrato e, portanto, evitar a promoção das reações catódicas responsáveis pela delaminação do sistema protetor remanescente. O presente trabalho consiste em estudar a resistência à corrosão de diferentes camadas de fosfatos sobre aço, obtidas mediante a modificação de alguns parâmetros de um banho de fosfatizar padrão. Para tal finalidade, utiliza-se uma metodologia alternativa baseada em impedância eletroquímica. Em contraposição, uma metodologia de análise baseada em ensaio acelerado de corrosão é comparada. Os resultados apresentam boa correlação entre a medida da máxima impedância em baixa frequência e os ensaios de câmara úmida 100% UR. Portanto, conclui-se que uma adequada parametrização industrial das técnicas eletroquímicas pode substituir os ensaios convencionais de caracterização de camadas fosfatizadas.

 

Os revestimentos de fosfato de zinco em aço consistem na deposição de cristais com morfologia e tamanho variável. A obtenção do depósito cristalino é uma combinação de reações químicas e eletroquímicas entre os reagentes e o substrato metálico. A espessura da camada e o tamanho dos cristais obtidos são característicos de cada banho de fosfatização e da aplicação final do metal. Genericamente, as aplicações de fosfatos são duas: perfil de ancoragem para posteriores revestimentos orgânicos e usos tribológicos em armamentos bélicos ou indústria de conformação mecânica. Na área de proteção à corrosão, os fosfatizantes disponíveis no mercado não estão de acordo com as necessidades de um sistema protetor anticorrosivo. Num sistema de proteção à base de fosfato, o revestimento tem a função de ser o último recurso do sistema protetor para evitar a corrosão do substrato e, portanto, evitar a promoção das reações catódicas responsáveis pela delaminação do sistema protetor remanescente. O presente trabalho consiste em estudar a resistência à corrosão de diferentes camadas de fosfatos sobre aço, obtidas mediante a modificação de alguns parâmetros de um banho de fosfatizar padrão. Para tal finalidade, utiliza-se uma metodologia alternativa baseada em impedância eletroquímica. Em contraposição, uma metodologia de análise baseada em ensaio acelerado de corrosão é comparada. Os resultados apresentam boa correlação entre a medida da máxima impedância em baixa frequência e os ensaios de câmara úmida 100% UR. Portanto, conclui-se que uma adequada parametrização industrial das técnicas eletroquímicas pode substituir os ensaios convencionais de caracterização de camadas fosfatizadas.

Palavras-chave

impedância, fosfatização, corrosão

impedância, fosfatização, corrosão

Como citar

Garita, José Segura; Fraga, Célia S. de; Ferreira, Jane Zoppas. RESISTÊNCIA À CORROSÃO DE AÇO FOSFATIZADO: DETERMINAÇÃO POR ESPECTROSCOPIA DE IMPEDÂNCIA ELETROQUÍMICA, p. 2128-2137. In: 51º Congresso anual, Porto Alegre, Brasil, 1996.
ISSN: 2594-5327, DOI 10.5151/2594-5327-51v3-557-566