ISSN 2594-5327
55º Congresso anual — Vol. 55 , num. 1 (2000)
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Resumo
Foi avaliado o efeito da adição de teores de nitrogênio entre 0,6 e 1,4% na resistência à corrosão de aços inoxidáveis obtidos a partir do pó AISI 434L (17%Cr-1%Mo-0,02%C). O pó foi compactado em prensa uniaxial, e sinterizado em atmosfera de nitrogênio (nitretação simultânea com a sinterização). Algumas amostras sinterizadas foram densificadas por compactação isotérmica a quente. As diferentes condições experimentais permitiram obter materiais com densidades entre 82% e 99% da densidade teórica. Os resultados indicaram que, quando presente em quantidades de até 0,7%, o nitrogênio em substituição ao carbono melhorou as propriedades de resistência à corrosão. Já a adição de quantidades maiores promoveu uma diminuição significativa na resistência à corrosão. Este comportamento relacionou-se à microestrutura observada nas amostras, já que os maiores teores de nitrogênio dissolvido estão na matriz martensítica associada à formação de nitretos. Os ensaios de corrente passiva, resistência de polarização e potencial de pite. Os aços com grandes quantidades de carbono como precipitados ferríticos em pinos respostas aos ensaios. A presença de carbono promoveu a ocorrência do segundo pico de corrente crítica, o mesmo não sendo observado nas amostras nitrogenadas.
Foi avaliado o efeito da adição de teores de nitrogênio entre 0,6 e 1,4% na resistência à corrosão de aços inoxidáveis obtidos a partir do pó AISI 434L (17%Cr-1%Mo-0,02%C). O pó foi compactado em prensa uniaxial, e sinterizado em atmosfera de nitrogênio (nitretação simultânea com a sinterização). Algumas amostras sinterizadas foram densificadas por compactação isotérmica a quente. As diferentes condições experimentais permitiram obter materiais com densidades entre 82% e 99% da densidade teórica. Os resultados indicaram que, quando presente em quantidades de até 0,7%, o nitrogênio em substituição ao carbono melhorou as propriedades de resistência à corrosão. Já a adição de quantidades maiores promoveu uma diminuição significativa na resistência à corrosão. Este comportamento relacionou-se à microestrutura observada nas amostras, já que os maiores teores de nitrogênio dissolvido estão na matriz martensítica associada à formação de nitretos. Os ensaios de corrente passiva, resistência de polarização e potencial de pite. Os aços com grandes quantidades de carbono como precipitados ferríticos em pinos respostas aos ensaios. A presença de carbono promoveu a ocorrência do segundo pico de corrente crítica, o mesmo não sendo observado nas amostras nitrogenadas.
Palavras-chave
Aços Inoxidáveis Martensíticos, Alto nitrogênio, Resistência à Corrosão
Aços Inoxidáveis Martensíticos, Alto nitrogênio, Resistência à Corrosão
Como citar
Toro, Alejandro; AlonsoFalleiros, Neusa; Rodrigues, Daniel; Filho, Francisco Ambrozio; Liberati, João Franklin; Tschiptschin, André Paulo.
RESISTÊNCIA À CORROSÃO DE AÇOS INOXIDÁVEIS NITROGENADOS OBTIDOS POR METALURGIA DO PÓ,
p. 463-473.
In: 55º Congresso anual,
Rio de Janeiro, Brasil,
2000.
ISSN: 2594-5327, DOI 10.5151/2594-5327-C00790