ISSN 2594-5327
53º Congresso anual — Vol. 53 , num. 1 (1998)
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Resumo
Na construção civil brasileira, os níveis de desperdício, incluindo o gerado pela corrosão, são alarmantes. Entretanto, no processo de seleção de materiais usados como esquadrias metálicas, estes não são submetidos a nenhuma exigência quanto à resistência à corrosão. O objetivo final do projeto no qual se insere esta pesquisa é quantificar a resistência à corrosão atmosférica dos materiais da construção civil, avaliada através de metodologia adequada, estabelecendo valores de referência, a serem usados na seleção dos materiais. Neste estudo, foi avaliada a resistência à corrosão de aços USI-R-COR e aço carbono, fosfatizados e pintados com tintas alquídicas, através de ensaios em câmara de névoa salina, testes cíclicos usando o método Ford, e ensaios de campo acelerados com aspersão diária de solução de cloreto de sódio. O ensaio de corrosão mais agressivo foi o em câmara de névoa salina. Em todos os testes, as amostras de aço USI-R-COR, fosfatizadas e pintadas, apresentaram menor porcentagem máxima de penetração que as amostras de aço carbono, com o mesmo revestimento. Foram selecionados os ensaios cíclicos e os de campo acelerados como métodos adequados para avaliação da resistência à corrosão atmosférica de materiais metálicos, com base na similaridade de mecanismos entre a corrosão nestes testes e a corrosão atmosférica.
Na construção civil brasileira, os níveis de desperdício, incluindo o gerado pela corrosão, são alarmantes. Entretanto, no processo de seleção de materiais usados como esquadrias metálicas, estes não são submetidos a nenhuma exigência quanto à resistência à corrosão. O objetivo final do projeto no qual se insere esta pesquisa é quantificar a resistência à corrosão atmosférica dos materiais da construção civil, avaliada através de metodologia adequada, estabelecendo valores de referência, a serem usados na seleção dos materiais. Neste estudo, foi avaliada a resistência à corrosão de aços USI-R-COR e aço carbono, fosfatizados e pintados com tintas alquídicas, através de ensaios em câmara de névoa salina, testes cíclicos usando o método Ford, e ensaios de campo acelerados com aspersão diária de solução de cloreto de sódio. O ensaio de corrosão mais agressivo foi o em câmara de névoa salina. Em todos os testes, as amostras de aço USI-R-COR, fosfatizadas e pintadas, apresentaram menor porcentagem máxima de penetração que as amostras de aço carbono, com o mesmo revestimento. Foram selecionados os ensaios cíclicos e os de campo acelerados como métodos adequados para avaliação da resistência à corrosão atmosférica de materiais metálicos, com base na similaridade de mecanismos entre a corrosão nestes testes e a corrosão atmosférica.
Palavras-chave
corrosão atmosférica, materiais da construção civil, ensaios cíclicos
corrosão atmosférica, materiais da construção civil, ensaios cíclicos
Como citar
Latado, Patrícia de Souza; Alvarenga, Evandro de Azevedo; Castro, Maria das Mercês Reis de; Rocha, Sônia Denise Ferreira; Lins, Vanessa de Freitas Cunha.
RESISTÊNCIA À CORROSÃO DE MATERIAIS DA CONSTRUÇÃO CIVIL,
p. 113-124.
In: 53º Congresso anual,
Belo Horizonte, Brasil,
1998.
ISSN: 2594-5327, DOI 10.5151/2594-5327-C00335