Powered by Blucher Proceedings

Congresso Anual da ABM


ISSN 2594-5327

52º Congresso anual Vol. 52 , num. 1 (1997)


Título

RESISTÊNCIA AO DESGASTE ABRASIVO DE FERROS FUNDIDOS NODULARES BAINÍTICOS

RESISTÊNCIA AO DESGASTE ABRASIVO DE FERROS FUNDIDOS NODULARES BAINÍTICOS

Autoria

DOI

10.5151/2594-5327-C00272-4265-4285

Downloads

0 Downloads

Resumo

Foi estudada a resistência ao desgaste abrasivo de um ferro fundido nodular com matrizes bainíticas de diferentes durezas, através da técnica de resistência ao risco, utilizando um esclêrômetro pendular instrumentado. O material foi austenitizado a 925°C por duas horas; em seguida foi feito o tratamento isotérmico de austêmpera entre 260°C e 400°C durante duas horas. Os ensaios de resistência ao risco foram efetuados utilizando um esclêrômetro pendular com uma energia armazenada de 35 J. Como partícula abrasiva foi utilizada uma ferramenta de carboneto de tungstênio com formato de pirâmide truncada de ângulo entre faces de 80°. Os resultados obtidos mostraram que o desempenho dos materiais depende tanto da dureza do material quanto da quantidade de massa arrancada. Com pequena profundidade de penetração os ferros fundidos nodulares austemperados de alta dureza têm um comportamento melhor enquanto riscos de maior profundidade, por outro lado, mostram comportamento melhor dos materiais de menor dureza. Estes resultados são comparados com as propriedades mecânicas estabelecidas pela norma ASTM 897M-90 que classifica os ferros fundidos nodulares austemperados segundo suas propriedades mecânicas.

 

Foi estudada a resistência ao desgaste abrasivo de um ferro fundido nodular com matrizes bainíticas de diferentes durezas, através da técnica de resistência ao risco, utilizando um esclêrômetro pendular instrumentado. O material foi austenitizado a 925°C por duas horas; em seguida foi feito o tratamento isotérmico de austêmpera entre 260°C e 400°C durante duas horas. Os ensaios de resistência ao risco foram efetuados utilizando um esclêrômetro pendular com uma energia armazenada de 35 J. Como partícula abrasiva foi utilizada uma ferramenta de carboneto de tungstênio com formato de pirâmide truncada de ângulo entre faces de 80°. Os resultados obtidos mostraram que o desempenho dos materiais depende tanto da dureza do material quanto da quantidade de massa arrancada. Com pequena profundidade de penetração os ferros fundidos nodulares austemperados de alta dureza têm um comportamento melhor enquanto riscos de maior profundidade, por outro lado, mostram comportamento melhor dos materiais de menor dureza. Estes resultados são comparados com as propriedades mecânicas estabelecidas pela norma ASTM 897M-90 que classifica os ferros fundidos nodulares austemperados segundo suas propriedades mecânicas.

Palavras-chave

desgaste abrasivo, ferro fundido, austêmpera, dureza, resistência ao risco

desgaste abrasivo, ferro fundido, austêmpera, dureza, resistência ao risco

Como citar

VelezR, Juan Manuel; Tschiptschin, André Paulo. RESISTÊNCIA AO DESGASTE ABRASIVO DE FERROS FUNDIDOS NODULARES BAINÍTICOS, p. 4265-4285. In: 52º Congresso anual, São Paulo, Brasil, 1997.
ISSN: 2594-5327, DOI 10.5151/2594-5327-C00272-4265-4285