ISSN 2594-3626
23º Seminário de Energia, Utilidades e Transição Energética — Vol. 23 , num. 23 (2001)
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Resumo
No start-up da CST, foram instalados dois tanques para que pudessem armazenar óleo combustível, entretanto a política de consumo zero de óleo foi conseguida desde o início, sendo que estes tanques foram aproveitados para armazenar o alcatrão (subproduto da Coqueria). Porém, como os tanques não foram projetados para o uso do alcatrão, foi criado um problema pois não há como retirar a borra deste produto. Com isto os tanques estão com aproximadamente 70% de sua capacidade de armazenamento comprometida pela borra. Analisando o problema acima descrito, a CST e a Wastech, estão desenvolvendo um trabalho para a retirada e aproveitamento da borra do alcatrão, que está sedimentada no fundo dos tanques e possui uma grande viscosidade, necessitando de aquecimento para a retirada do mesmo.
No start-up da CST, foram instalados dois tanques para que pudessem armazenar óleo combustível, entretanto a política de consumo zero de óleo foi conseguida desde o início, sendo que estes tanques foram aproveitados para armazenar o alcatrão (subproduto da Coqueria). Porém, como os tanques não foram projetados para o uso do alcatrão, foi criado um problema pois não há como retirar a borra deste produto. Com isto os tanques estão com aproximadamente 70% de sua capacidade de armazenamento comprometida pela borra. Analisando o problema acima descrito, a CST e a Wastech, estão desenvolvendo um trabalho para a retirada e aproveitamento da borra do alcatrão, que está sedimentada no fundo dos tanques e possui uma grande viscosidade, necessitando de aquecimento para a retirada do mesmo.
Palavras-chave
Alcatrão, Borra, Tanques, Reaproveitamento, Coqueria
Alcatrão, Borra, Tanques, Reaproveitamento, Coqueria
Como citar
Bittencourt, Jorge Luiz Mattos; Coimbra, Luciano.
RETIRADA E APROVEITAMENTO DA BORRA DE ALCATRÃO DOS TANQUES 1001 E 1002 DA CST,
p. 123-130.
In: 23º Seminário de Energia, Utilidades e Transição Energética,
None,
2001.
ISSN: 2594-3626, DOI 10.5151/2594-3626-23Energia-123-130