ISSN 2594-3626
24º Seminário de Energia, Utilidades e Transição Energética — Vol. 24 , num. 24 (2002)
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Resumo
A contribuição mostra o equipamento usado para ensaios de combustão com elevado gradiente térmico, desenvolvido e em operação na Escola de Minas da UFOP. Mostram-se alguns dados de carvões procedentes da Açominas, que são normalmente empregados no seu processo de injeção. É mostrada a sua caracterização química, física e metalúrgica. Os resultados usando o equipamento são mostrados. Concluiu-se: É de se esperar que o desempenho do carvão “E” apresente melhor desempenho no tocante a taxa de combustão do que os outros ensaiados; o carvão mineral que apresentou o pior desempenho sob o ponto de vista de combustão foi o “D”, para taxas de 200 kg/tgusa; para taxas intermediárias de injeção, 160 kg/tgusa, o carvão mineral que apresentou o melhor resultado no tocante a taxa de combustão foi o “B”; para taxas baixas de injeção, 80 a 120 kg/tgusa, o melhor comportamento se deu com o “D” e o pior foi o “E”. Sob o ponto de vista térmico na zona de combustão, o carvão “D” é o que apresenta pior desempenho considerando o seu elevado teor de voláteis. O “E” é o que apresenta melhor desempenho térmico na zona de combustão.
A contribuição mostra o equipamento usado para ensaios de combustão com elevado gradiente térmico, desenvolvido e em operação na Escola de Minas da UFOP. Mostram-se alguns dados de carvões procedentes da Açominas, que são normalmente empregados no seu processo de injeção. É mostrada a sua caracterização química, física e metalúrgica. Os resultados usando o equipamento são mostrados. Concluiu-se: É de se esperar que o desempenho do carvão “E” apresente melhor desempenho no tocante a taxa de combustão do que os outros ensaiados; o carvão mineral que apresentou o pior desempenho sob o ponto de vista de combustão foi o “D”, para taxas de 200 kg/tgusa; para taxas intermediárias de injeção, 160 kg/tgusa, o carvão mineral que apresentou o melhor resultado no tocante a taxa de combustão foi o “B”; para taxas baixas de injeção, 80 a 120 kg/tgusa, o melhor comportamento se deu com o “D” e o pior foi o “E”. Sob o ponto de vista térmico na zona de combustão, o carvão “D” é o que apresenta pior desempenho considerando o seu elevado teor de voláteis. O “E” é o que apresenta melhor desempenho térmico na zona de combustão.
Palavras-chave
alto-forno, energia, carvão mineral
alto-forno, energia, carvão mineral
Como citar
Assis, Paulo Santos; Guimarães, Vágner Antunes; Borges, João Pio; Pereira, Viviane Rachel; Xavier, Danilo Gonçalves; Martins, Weber Brito.
SIMULAÇÃO DA INJEÇÃO DE CARVÃO MINERAL PULVERIZADO PARA OTIMIZAÇÃO DO PROCESSO EM VENTANEIRAS DE ALTOS-FORNOS,
p. 161-174.
In: 24º Seminário de Energia, Utilidades e Transição Energética,
None,
2002.
ISSN: 2594-3626, DOI 10.5151/2594-3626-24Energia-161-174