ISSN 2594-5327
54º Congresso anual — Vol. 54 , num. 1 (1999)
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Resumo
Foram fabricados e testados diferentes fluxos ligados com carboneto de cromo para a soldagem com arco submerso de revestimentos duros resistentes ao desgaste abrasivo a baixa tensão de ligas Fe-C-Cr. Como metal de adição, empregou-se um arame de aço-C. A influência de parâmetros de soldagem sobre a resistência ao desgaste dos revestimentos e a microestrutura foi estudada. A avaliação da resistência à abrasão a baixa tensão dos revestimentos soldados foi conduzida segundo a norma ASTM G65-91 e a caracterização de suas microestruturas foi realizada auxiliar com o microscópio eletrônico de varredura. Verificou-se que a microestrutura, e não a dureza, é o fator mais importante no que diz respeito à resistência ao desgaste de ligas Fe-C-Cr. Microestruturas constituídas de carboneto primário (M₇C₃) e eutético carboneto (M₇C₃)-austenita foram as que apresentaram as maiores resistências ao desgaste abrasivo a baixa tensão. O carbono provém do eletrodo que age para maior influência na obtenção de revestimentos resistentes ao severo desgaste abrasivo a baixa tensão. Variando-se a tensão de arco e a corrente e o cordão de solda foi possível observar, com o controle da velocidade de soldagem, de maneira significativa a microestrutura dos revestimentos e, com isso, a sua resistência ao desgaste quando se emprega fluxo ligado e arame de aço-C.
Foram fabricados e testados diferentes fluxos ligados com carboneto de cromo para a soldagem com arco submerso de revestimentos duros resistentes ao desgaste abrasivo a baixa tensão de ligas Fe-C-Cr. Como metal de adição, empregou-se um arame de aço-C. A influência de parâmetros de soldagem sobre a resistência ao desgaste dos revestimentos e a microestrutura foi estudada. A avaliação da resistência à abrasão a baixa tensão dos revestimentos soldados foi conduzida segundo a norma ASTM G65-91 e a caracterização de suas microestruturas foi realizada auxiliar com o microscópio eletrônico de varredura. Verificou-se que a microestrutura, e não a dureza, é o fator mais importante no que diz respeito à resistência ao desgaste de ligas Fe-C-Cr. Microestruturas constituídas de carboneto primário (M₇C₃) e eutético carboneto (M₇C₃)-austenita foram as que apresentaram as maiores resistências ao desgaste abrasivo a baixa tensão. O carbono provém do eletrodo que age para maior influência na obtenção de revestimentos resistentes ao severo desgaste abrasivo a baixa tensão. Variando-se a tensão de arco e a corrente e o cordão de solda foi possível observar, com o controle da velocidade de soldagem, de maneira significativa a microestrutura dos revestimentos e, com isso, a sua resistência ao desgaste quando se emprega fluxo ligado e arame de aço-C.
Palavras-chave
Soldagem com arco submerso, ligas Fe-C-Cr, abrasão
Soldagem com arco submerso, ligas Fe-C-Cr, abrasão
Como citar
Paranhos, Ronaldo Pinheiro da Rocha; Mello, Ricardo Silva Tavares de; Filho, João da Cruz Payão.
Soldagem com arco submerso de revestimentos de ligas Fe-C-Cr resistentes ao desgaste abrasivo,
p. 1733-1744.
In: 54º Congresso anual,
São Paulo, Brasil,
1999.
ISSN: 2594-5327, DOI 10.5151/2594-5327-C00712