ISSN 2594-5327
54º Congresso anual — Vol. 54 , num. 1 (1999)
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Resumo
O conhecimento dos mecanismos que determinam a vida de fadiga, em estruturas e materiais de engenharia, tem-se incrementado. Os avanços publicados, em geral, situam-se em: a) nucleação da trinca, ou a vida de fadiga utilizada na formação de uma trinca; b) propagação de trinca longa (LCP – Long Crack Propagation), ou o crescimento de uma trinca similar em comportamento ao descrito pela mecânica da fratura elástica linear (LEFM – Linear Elastic Fracture Mechanics); e, c) crescimento de trinca curta (SCG – Short Crack Growth), o qual não pode ser descrito por uma análise LEFM. Em geral, as técnicas empregadas no estudo da propagação de trincas curtas são adaptações das utilizadas em trincas longas. Neste trabalho revisam-se as técnicas experimentais utilizadas no estudo de trincas curtas, no que concerne às formas de medição de: iniciação, comprimento superficial, profundidade, crescimento, limiar e fechamento. Finaliza-se com uma análise dos principais modelos de propagação de trincas curtas. Salienta-se que não existe um tipo de corpo de prova universalmente aceito para o estudo das trincas curtas, nem modelo de propagação que considere eficazmente os problemas envolvidos, principalmente a maior velocidade de propagação da trinca curta com relação à trinca longa sujeita à mesma força de fissuração nominal.
O conhecimento dos mecanismos que determinam a vida de fadiga, em estruturas e materiais de engenharia, tem-se incrementado. Os avanços publicados, em geral, situam-se em: a) nucleação da trinca, ou a vida de fadiga utilizada na formação de uma trinca; b) propagação de trinca longa (LCP – Long Crack Propagation), ou o crescimento de uma trinca similar em comportamento ao descrito pela mecânica da fratura elástica linear (LEFM – Linear Elastic Fracture Mechanics); e, c) crescimento de trinca curta (SCG – Short Crack Growth), o qual não pode ser descrito por uma análise LEFM. Em geral, as técnicas empregadas no estudo da propagação de trincas curtas são adaptações das utilizadas em trincas longas. Neste trabalho revisam-se as técnicas experimentais utilizadas no estudo de trincas curtas, no que concerne às formas de medição de: iniciação, comprimento superficial, profundidade, crescimento, limiar e fechamento. Finaliza-se com uma análise dos principais modelos de propagação de trincas curtas. Salienta-se que não existe um tipo de corpo de prova universalmente aceito para o estudo das trincas curtas, nem modelo de propagação que considere eficazmente os problemas envolvidos, principalmente a maior velocidade de propagação da trinca curta com relação à trinca longa sujeita à mesma força de fissuração nominal.
Palavras-chave
mecânica de fratura, trincas curtas, fadiga
mecânica de fratura, trincas curtas, fadiga
Como citar
Casas, Walter Paucar.
TÉCNICAS EXPERIMENTAIS E SUAS PREDIÇÕES NO ESTUDO DE TRINCAS CURTAS EM FADIGA,
p. 1900-1909.
In: 54º Congresso anual,
São Paulo, Brasil,
1999.
ISSN: 2594-5327, DOI 10.5151/2594-5327-C00730