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Congresso Anual da ABM


ISSN 2594-5327

59º Congresso anual Vol. 59 , num. 1 (2004)


Título

TENACIDADE ESTÁTICA E DINÂMICA EM COMPÓSITOS CIMENTÍCIOS REFORÇADOS POR FIBRAS VEGETAIS

TENACIDADE ESTÁTICA E DINÂMICA EM COMPÓSITOS CIMENTÍCIOS REFORÇADOS POR FIBRAS VEGETAIS

Autoria

DOI

10.5151/2594-5327-3658

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Resumo

Este trabalho tem como objetivo investigar a tenacidade em compósitos cimentícios reforçados por polpa de sisal e polpa de bambu, orientadas aleatoriamente, quando submetidos à cargas estática e dinâmica. Os compósitos cimentícios foram fabricados através do processo Hatschek nas proporções de 8% e 14 % em relação à massa de cimento. A fim de se obter a tenacidade estática os corpos de prova foram ensaiados à flexão em 3 pontos e a energia foi calculada como sendo a área sob a curva carga x deslocamento até a queda de 40 % da carga máxima. Para a tenacidade dinâmica o ensaio realizado foi o impacto Charpy utilizando-se um pêndulo de 2 J. A tensão de adesão na interface fibra matriz foi determinada através de formulações matemáticas ajustadas por regressão linear dos pontos experimentais. Através desta tensão de adesão interfacial foi possível determinar o comprimento crítico das fibras, provando assim que o principal modo de fratura é o de arrancamento das fibras. A fim de se descobrir os diferentes mecanismos de fratura dos compósitos, foi efetuada uma análise microestrutural utilizando-se um microscópio eletrônico de varredura (MEV). Esta observação comprovou que o modo de fratura é o arrancamento, o que era esperado através da determinação da tensão interfacial e do comprimento crítico.

 

Este trabalho tem como objetivo investigar a tenacidade em compósitos cimentícios reforçados por polpa de sisal e polpa de bambu, orientadas aleatoriamente, quando submetidos à cargas estática e dinâmica. Os compósitos cimentícios foram fabricados através do processo Hatschek nas proporções de 8% e 14 % em relação à massa de cimento. A fim de se obter a tenacidade estática os corpos de prova foram ensaiados à flexão em 3 pontos e a energia foi calculada como sendo a área sob a curva carga x deslocamento até a queda de 40 % da carga máxima. Para a tenacidade dinâmica o ensaio realizado foi o impacto Charpy utilizando-se um pêndulo de 2 J. A tensão de adesão na interface fibra matriz foi determinada através de formulações matemáticas ajustadas por regressão linear dos pontos experimentais. Através desta tensão de adesão interfacial foi possível determinar o comprimento crítico das fibras, provando assim que o principal modo de fratura é o de arrancamento das fibras. A fim de se descobrir os diferentes mecanismos de fratura dos compósitos, foi efetuada uma análise microestrutural utilizando-se um microscópio eletrônico de varredura (MEV). Esta observação comprovou que o modo de fratura é o arrancamento, o que era esperado através da determinação da tensão interfacial e do comprimento crítico.

Palavras-chave

compósitos, fibras vegetais, tenacidade.

compósitos, fibras vegetais, tenacidade.

Como citar

Silva, Flávio de Andrade; Ghavami, Khosrow; d’Almeida, José Roberto Moraes. TENACIDADE ESTÁTICA E DINÂMICA EM COMPÓSITOS CIMENTÍCIOS REFORÇADOS POR FIBRAS VEGETAIS, p. 494-503. In: 59º Congresso anual, São Paulo, Brasil, 2004.
ISSN: 2594-5327, DOI 10.5151/2594-5327-3658