ISSN 2594-5327
55º Congresso anual — Vol. 55 , num. 1 (2000)
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Resumo
Na maioria das aplicações dos aços ao silício de grão não orientado é desejável que as propriedades magnéticas sejam isotrópicas. O processo de fabricação, entretanto, leva a um certo grau de anisotropia, devido à orientação preferencial dos grãos e ao alinhamento de inclusões e precipitados. A anisotropia da perda magnética e da indução a 5000 A/m foi estudada em função da textura cristalográfica, expressa pela energia de anisotropia média, e da distribuição de partículas de precipitado no material. A anisotropia da indução depende unicamente da textura cristalográfica, enquanto a anisotropia da perda magnética depende da distribuição de partículas e da textura. O efeito da distribuição de partículas é predominante a 1,0 T e o efeito da textura é o mais significativo a 1,5 T.
Na maioria das aplicações dos aços ao silício de grão não orientado é desejável que as propriedades magnéticas sejam isotrópicas. O processo de fabricação, entretanto, leva a um certo grau de anisotropia, devido à orientação preferencial dos grãos e ao alinhamento de inclusões e precipitados. A anisotropia da perda magnética e da indução a 5000 A/m foi estudada em função da textura cristalográfica, expressa pela energia de anisotropia média, e da distribuição de partículas de precipitado no material. A anisotropia da indução depende unicamente da textura cristalográfica, enquanto a anisotropia da perda magnética depende da distribuição de partículas e da textura. O efeito da distribuição de partículas é predominante a 1,0 T e o efeito da textura é o mais significativo a 1,5 T.
Palavras-chave
aço silício, textura, anisotropia, propriedades magnéticas
aço silício, textura, anisotropia, propriedades magnéticas
Como citar
Cunha, Marco Antônio da; Luna, Paulo César.
Textura e Anisotropia do Aço Silício,
p. 1506-1510.
In: 55º Congresso anual,
Rio de Janeiro, Brasil,
2000.
ISSN: 2594-5327, DOI 10.5151/2594-5327-C00889