ISSN 2594-3626
23º Seminário de Energia, Utilidades e Transição Energética — Vol. 23 , num. 23 (2001)
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Resumo
O objetivo deste trabalho é apresentar um novo equipamento para tratamento de água, onde sua esplendida eficiência é observada na redução do teor de ferro em solução a níveis de parte por milhão (ppm) sem sequer ter tido contato com a água do sistema. Verificaremos que a descoberta do magnetismo abriu as portas para um tratamento de águas ecologicamente correto onde não se utilizam produtos químicos auxiliares para se evitar incrustações ou corrosões. Sob os efeitos de um campo magnético, as moléculas polares se alinham e se separam. Instalamos assim três unidades de condicionadores magnéticos na saída dos filtros de carvão. A necessidade da instalação dos condicionadores magnéticos foi devida a presença de ferro na água de alimentação do processo de gás carbônico (CO₂). A presença do mesmo é indesejável pois interfere na reação de absorção do CO₂ pela monoetanolamina (MEA) do sistema. A utilização de fosfato ou qualquer outra substância para redução do ferro é impróprio, devido a reações adversas com a MEA. Após a instalação do equipamento verificamos uma queda no teor de ferro de 4,65 ppm para 0,30 ppm em três meses e 0,07 ppm em seis meses. As análises dos teores foram realizadas através de espectrofotômetro.
O objetivo deste trabalho é apresentar um novo equipamento para tratamento de água, onde sua esplendida eficiência é observada na redução do teor de ferro em solução a níveis de parte por milhão (ppm) sem sequer ter tido contato com a água do sistema. Verificaremos que a descoberta do magnetismo abriu as portas para um tratamento de águas ecologicamente correto onde não se utilizam produtos químicos auxiliares para se evitar incrustações ou corrosões. Sob os efeitos de um campo magnético, as moléculas polares se alinham e se separam. Instalamos assim três unidades de condicionadores magnéticos na saída dos filtros de carvão. A necessidade da instalação dos condicionadores magnéticos foi devida a presença de ferro na água de alimentação do processo de gás carbônico (CO₂). A presença do mesmo é indesejável pois interfere na reação de absorção do CO₂ pela monoetanolamina (MEA) do sistema. A utilização de fosfato ou qualquer outra substância para redução do ferro é impróprio, devido a reações adversas com a MEA. Após a instalação do equipamento verificamos uma queda no teor de ferro de 4,65 ppm para 0,30 ppm em três meses e 0,07 ppm em seis meses. As análises dos teores foram realizadas através de espectrofotômetro.
Palavras-chave
condicionador magnético, tratamento de água, teor de ferro, campo magnético, monoetanolamina
condicionador magnético, tratamento de água, teor de ferro, campo magnético, monoetanolamina
Como citar
Carvalho, Mauricio Rossati.
TRABALHO COM CONDICIONADOR MAGNÉTICO,
p. 125-132.
In: 23º Seminário de Energia, Utilidades e Transição Energética,
None,
2001.
ISSN: 2594-3626, DOI 10.5151/2594-3626-23EnergPC-125-132