ISSN 2594-5327
55º Congresso anual — Vol. 55 , num. 1 (2000)
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Resumo
Cada vez mais os clientes de chapas grossas de aço de alta resistência exigem produtos que aumentem seu grau de competitividade. Um exemplo clássico desta tendência foi o desenvolvimento de materiais alternativos ao HY-80, aço-liga estrutural temperado e revenido, tais como os aços microligados HSLA-80 e ULCB. No caso do HSLA-80 a precipitação de cobre é um dos principais mecanismos de endurecimento atuantes, enquanto que no ULCB tem-se a contribuição da transformação bainítica aliada ao endurecimento por solução sólida. O objetivo deste trabalho foi levantar os diagramas de transformação da austenita sob resfriamento contínuo (TRC) e a resposta ao envelhecimento desses aços. Foi verificado que ambas as ligas apresentam microestrutura bainítica de baixo teor de carbono, também designada na literatura como “granular”. A temperabilidade do aço ULCB foi ligeiramente maior que a do HSLA-80. Esses aços responderam de maneira ligeiramente diferente ao tratamento de envelhecimento. O aço HSLA-80 desenvolveu máxima dureza sob envelhecimento a 600°C, enquanto que no ULCB isso ocorreu sob temperaturas de 500 ou 600°C e sob menores tempos de tratamento. Ambos os aços apresentaram queda significativa de dureza durante o envelhecimento a 700°C, provavelmente devido ao super-envelhecimento e efeitos de revenido que ocorrem sob tais condições.
Cada vez mais os clientes de chapas grossas de aço de alta resistência exigem produtos que aumentem seu grau de competitividade. Um exemplo clássico desta tendência foi o desenvolvimento de materiais alternativos ao HY-80, aço-liga estrutural temperado e revenido, tais como os aços microligados HSLA-80 e ULCB. No caso do HSLA-80 a precipitação de cobre é um dos principais mecanismos de endurecimento atuantes, enquanto que no ULCB tem-se a contribuição da transformação bainítica aliada ao endurecimento por solução sólida. O objetivo deste trabalho foi levantar os diagramas de transformação da austenita sob resfriamento contínuo (TRC) e a resposta ao envelhecimento desses aços. Foi verificado que ambas as ligas apresentam microestrutura bainítica de baixo teor de carbono, também designada na literatura como “granular”. A temperabilidade do aço ULCB foi ligeiramente maior que a do HSLA-80. Esses aços responderam de maneira ligeiramente diferente ao tratamento de envelhecimento. O aço HSLA-80 desenvolveu máxima dureza sob envelhecimento a 600°C, enquanto que no ULCB isso ocorreu sob temperaturas de 500 ou 600°C e sob menores tempos de tratamento. Ambos os aços apresentaram queda significativa de dureza durante o envelhecimento a 700°C, provavelmente devido ao super-envelhecimento e efeitos de revenido que ocorrem sob tais condições.
Palavras-chave
aços HSLA-80 e ULCB, transformação austenítica, precipitação
aços HSLA-80 e ULCB, transformação austenítica, precipitação
Como citar
Gorni, Antonio Augusto; Cavalcanti, Celso Gomes; Chivites, Benedito Dias; Ratnapuli, Rajindra Clement; Mei, Paulo Roberto.
Transformação da austenita e envelhecimento em aços HSLA-80 e ULCB,
p. 2280-2289.
In: 55º Congresso anual,
Rio de Janeiro, Brasil,
2000.
ISSN: 2594-5327, DOI 10.5151/2594-5327-C00975