ISSN 2594-5327
53º Congresso anual — Vol. 53 , num. 1 (1998)
Título
DOI
Downloads
Resumo
Num ferro fundido nodular contendo baixo teor de Mn, foram realizados tratamentos térmicos de austêmpera, e depois ensaios mecânicos de tração (variando as velocidades de deformação) e compressão (impondo grandes deformações), visando estudar a estabilidade da austenita retida e sua transformação em martensita, induzida pela deformação. Foi verificado que nos ensaios de tração, houve transformação martensítica só nas amostras austemperadas a temperaturas de formação de bainita superior; no entanto, nos ensaios de compressão, a transformação martensítica ocorreu também nas amostras austemperadas a temperaturas de formação de bainita inferior. A influência da formação de martensita durante o ensaio de tração, foi verificada também, através do aumento do coeficiente de endurecimento calculado após os ensaios. Foi observado, que após os ensaios mecânicos, a fração de martensita que se forma depende grandemente das condições de tratamento térmico, velocidade de deformação e grau de deformação. Altas temperaturas de austêmpera, altas velocidades de deformação e grandes deformações, formam maior quantidade de martensita, e vice-versa. Notou-se que para um mesmo grau de deformação plástica, a quantidade de martensita que se forma é maior na tração do que na compressão, enquanto que a dureza é maior nas amostras comprimidas do que nas tracionadas.
Num ferro fundido nodular contendo baixo teor de Mn, foram realizados tratamentos térmicos de austêmpera, e depois ensaios mecânicos de tração (variando as velocidades de deformação) e compressão (impondo grandes deformações), visando estudar a estabilidade da austenita retida e sua transformação em martensita, induzida pela deformação. Foi verificado que nos ensaios de tração, houve transformação martensítica só nas amostras austemperadas a temperaturas de formação de bainita superior; no entanto, nos ensaios de compressão, a transformação martensítica ocorreu também nas amostras austemperadas a temperaturas de formação de bainita inferior. A influência da formação de martensita durante o ensaio de tração, foi verificada também, através do aumento do coeficiente de endurecimento calculado após os ensaios. Foi observado, que após os ensaios mecânicos, a fração de martensita que se forma depende grandemente das condições de tratamento térmico, velocidade de deformação e grau de deformação. Altas temperaturas de austêmpera, altas velocidades de deformação e grandes deformações, formam maior quantidade de martensita, e vice-versa. Notou-se que para um mesmo grau de deformação plástica, a quantidade de martensita que se forma é maior na tração do que na compressão, enquanto que a dureza é maior nas amostras comprimidas do que nas tracionadas.
Palavras-chave
Ferro fundido nodular, Austêmpera, Martensita induzida por deformação
Ferro fundido nodular, Austêmpera, Martensita induzida por deformação
Como citar
CuevaGalárraga, Edison Gustavo; Tschiptschin, André Paulo.
Transformação Martensítica Induzida por Deformação em Ferros Fundidos Nodulares Austemperados,
p. 1583-1595.
In: 53º Congresso anual,
Belo Horizonte, Brasil,
1998.
ISSN: 2594-5327, DOI 10.5151/2594-5327-C00454