ISSN 2594-5327
54º Congresso anual — Vol. 54 , num. 1 (1999)
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Resumo
A indústria de tratamento de superfície trabalha com diversos metais pesados, entre eles destacam-se o Cr, Zn, Ni, Cd e Cu. O tratamento convencional de efluentes gera um resíduo sólido de classe I. Este trabalho teve como objetivos o estudo da viabilidade da troca iônica como alternativa ao tratamento das águas de lavagem e a verificação da eficiência de 2 sistemas de troca iônica. Sistema 1: Resina catiônica “forte”- Resina aniônica “forte”. Sistema 2: Resina catiônica “forte”- Resina aniônica “fraca”. Utilizaram-se resinas comerciais e soluções retiradas dos tanques de lavagem de empresas. Montou-se um sistema de duas colunas, uma para a resina catiônica e outra para a aniônica, com capacidade de 1 L. A solução foi percolada em um volume de 10 mL/min. Na regeneração das resinas foram utilizadas as seguintes soluções: 2% H₂SO₄ para a catiônica e 4% NaOH para a aniônica. As soluções percoladas apresentaram teores de cromo menores que 0,25 mg/L, independentemente do sistema utilizado. As resinas catiônica “forte” e aniônica “fraca” apresentaram excelentes resultados na regeneração, não liberando os íons em até 2000 mL de solução eluída a 4% NaOH. Conclui-se que o sistema mais apropriado para este tipo de tratamento é o composto pelas resina catiônica “forte” e aniônica “fraca”.
A indústria de tratamento de superfície trabalha com diversos metais pesados, entre eles destacam-se o Cr, Zn, Ni, Cd e Cu. O tratamento convencional de efluentes gera um resíduo sólido de classe I. Este trabalho teve como objetivos o estudo da viabilidade da troca iônica como alternativa ao tratamento das águas de lavagem e a verificação da eficiência de 2 sistemas de troca iônica. Sistema 1: Resina catiônica “forte”- Resina aniônica “forte”. Sistema 2: Resina catiônica “forte”- Resina aniônica “fraca”. Utilizaram-se resinas comerciais e soluções retiradas dos tanques de lavagem de empresas. Montou-se um sistema de duas colunas, uma para a resina catiônica e outra para a aniônica, com capacidade de 1 L. A solução foi percolada em um volume de 10 mL/min. Na regeneração das resinas foram utilizadas as seguintes soluções: 2% H₂SO₄ para a catiônica e 4% NaOH para a aniônica. As soluções percoladas apresentaram teores de cromo menores que 0,25 mg/L, independentemente do sistema utilizado. As resinas catiônica “forte” e aniônica “fraca” apresentaram excelentes resultados na regeneração, não liberando os íons em até 2000 mL de solução eluída a 4% NaOH. Conclui-se que o sistema mais apropriado para este tipo de tratamento é o composto pelas resina catiônica “forte” e aniônica “fraca”.
Palavras-chave
Troca iônica, galvanoplastia, tratamento de efluentes
Troca iônica, galvanoplastia, tratamento de efluentes
Como citar
Sancristobal, Daniel Balicas; Espinosa, Denise Crocce Romano; Tenório, Jorge Alberto Soares.
TRATAMENTO DE EFLUENTES DE PROCESSOS DE REVESTIMENTO COM Cr POR RESINAS DE TROCA IÔNICA,
p. 1589-1598.
In: 54º Congresso anual,
São Paulo, Brasil,
1999.
ISSN: 2594-5327, DOI 10.5151/2594-5327-C00696