ISSN 2594-5327
53º Congresso anual — Vol. 53 , num. 1 (1998)
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Resumo
Um critério utilizado para o cálculo de sequências de passes no processo de laminação é o denominado “critério de carga constante”. Nele assume-se que se a carga de laminação dos diferentes passes for a mesma, em razão do perfil transversal gerado na tira pela flexão dos cilindros, resultaria uma tira sem defeitos de forma. No presente trabalho analisou-se essa prática de trabalho utilizando uma ferramenta numérica para se determinar a coroa da tira para cada passe. Esta baseia-se no método dos blocos para o cálculo da carga de laminação da tira, associado ao método dos coeficientes de influência para a determinação da deflexão elástica dos cilindros, incluindo o achatamento dos mesmos. Os resultados deste programa são utilizados para a verificação da planicidade da tira. A verificação da ocorrência ou não de defeitos de forma é feita através da chamada cone-de-forma. Este representa a variação limite permissível na coroa da tira para cada passe a fim de não ocorrer problemas de forma. Teoricamente uma forma sem defeitos é garantida quando a deformação na espessura ao longo da largura da tira é mantida constante no passe. Quando essa condição não é mantida, podem surgir tensões residuais e/ou erros de defeitos de forma. Estas tensões residuais podem ser medidas por meio de análise lateral da tira, mas sabe-se que este estado de tensões praticamente não ocorre durante a laminação de tiras com espessuras menores que 0.8mm. Os resultados mostram que a mencionada prática não atende totalmente às expectativas, podendo dar lugar a defeitos de forma.
Um critério utilizado para o cálculo de sequências de passes no processo de laminação é o denominado “critério de carga constante”. Nele assume-se que se a carga de laminação dos diferentes passes for a mesma, em razão do perfil transversal gerado na tira pela flexão dos cilindros, resultaria uma tira sem defeitos de forma. No presente trabalho analisou-se essa prática de trabalho utilizando uma ferramenta numérica para se determinar a coroa da tira para cada passe. Esta baseia-se no método dos blocos para o cálculo da carga de laminação da tira, associado ao método dos coeficientes de influência para a determinação da deflexão elástica dos cilindros, incluindo o achatamento dos mesmos. Os resultados deste programa são utilizados para a verificação da planicidade da tira. A verificação da ocorrência ou não de defeitos de forma é feita através da chamada cone-de-forma. Este representa a variação limite permissível na coroa da tira para cada passe a fim de não ocorrer problemas de forma. Teoricamente uma forma sem defeitos é garantida quando a deformação na espessura ao longo da largura da tira é mantida constante no passe. Quando essa condição não é mantida, podem surgir tensões residuais e/ou erros de defeitos de forma. Estas tensões residuais podem ser medidas por meio de análise lateral da tira, mas sabe-se que este estado de tensões praticamente não ocorre durante a laminação de tiras com espessuras menores que 0.8mm. Os resultados mostram que a mencionada prática não atende totalmente às expectativas, podendo dar lugar a defeitos de forma.
Palavras-chave
Laminação, Sequência de Passes, Defeitos na Laminação, Planicidade
Laminação, Sequência de Passes, Defeitos na Laminação, Planicidade
Como citar
Shigaki, Yukio; Helman, Horacio.
UMA ANÁLISE CRÍTICA DO CRITÉRIO DE CARGA CONSTANTE NO PROCESSO DE LAMINAÇÃO,
p. 2367-2392.
In: 53º Congresso anual,
Belo Horizonte, Brasil,
1998.
ISSN: 2594-5327, DOI 10.5151/2594-5327-C00515