ISSN 2594-5327
51º Congresso anual — Vol. 51 , num. 1 (1996)
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Resumo
Este trabalho tem como objetivo apresentar uma rota para a recuperação e reciclagem do amálgama dentário. As amostras de amálgama foram coletadas do porta amálgama utilizado pelos cirurgiões dentistas do Consultório da ETFRN. Foi constatado que o resíduo daquele aparelho é de 27,90% e que não há uma coleta seletiva para estes resíduos. O amálgama é composto de metais pesados, tais como, mercúrio (50-55%), prata (32,5-37%), estanho (12-14,5%), cobre (0-3%) e zinco (0-1%). Esta liga tem dois destinos finais, os lixões das cidades, onde são queimados ocasionando a volatilização do mercúrio e posterior condensação na forma metálica, que o torna um forte contaminante quando interage com o meio ambiente e a outra parcela escoa através da cuspideira para os esgotos, onde sua interação com o meio não está estudada. Os resultados obtidos indicam que os amalgamadores terão que ser automatizados, tendo em vista minimizar a quantidade de amálgama preparado pelo dentista. A coleta seletiva deve ser iniciada em todo o país e este resíduo reciclado através de uma rota, que é equipamento de baixo custo e de fácil operação, onde através do aquecimento da liga, o mercúrio volatilizado é posteriormente condensado e reaproveitado, onde este processo tem recuperações superiores a 90%. Estes resultados são relevantes para minimizar a poluição provocada pelos consultórios odontológicos.
Este trabalho tem como objetivo apresentar uma rota para a recuperação e reciclagem do amálgama dentário. As amostras de amálgama foram coletadas do porta amálgama utilizado pelos cirurgiões dentistas do Consultório da ETFRN. Foi constatado que o resíduo daquele aparelho é de 27,90% e que não há uma coleta seletiva para estes resíduos. O amálgama é composto de metais pesados, tais como, mercúrio (50-55%), prata (32,5-37%), estanho (12-14,5%), cobre (0-3%) e zinco (0-1%). Esta liga tem dois destinos finais, os lixões das cidades, onde são queimados ocasionando a volatilização do mercúrio e posterior condensação na forma metálica, que o torna um forte contaminante quando interage com o meio ambiente e a outra parcela escoa através da cuspideira para os esgotos, onde sua interação com o meio não está estudada. Os resultados obtidos indicam que os amalgamadores terão que ser automatizados, tendo em vista minimizar a quantidade de amálgama preparado pelo dentista. A coleta seletiva deve ser iniciada em todo o país e este resíduo reciclado através de uma rota, que é equipamento de baixo custo e de fácil operação, onde através do aquecimento da liga, o mercúrio volatilizado é posteriormente condensado e reaproveitado, onde este processo tem recuperações superiores a 90%. Estes resultados são relevantes para minimizar a poluição provocada pelos consultórios odontológicos.
Como citar
Leite, José Yvan Pereira; Souza, Carlson Pereira de; Araújo, Auridam Dantas de.
UMA ROTA TECNOLÓGICA PARA A RECUPERAÇÃO E RECICLAGEM DO AMÁLGAMA ORIUNDO DE GABINETES ODONTOLÓGICOS,
p. 2552-2561.
In: 51º Congresso anual,
Porto Alegre, Brasil,
1996.
ISSN: 2594-5327, DOI 10.5151/2594-5327-51v4-225-234