ISSN 2594-5327
51º Congresso anual — Vol. 51 , num. 1 (1996)
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Resumo
Apresentam-se as razões que levaram a Belgo-Mineira a experimentar coque nos altos-fornos da Usina de Monlevade. Os resultados do alto-forno 5 que, desde 1992, vem ininterruptamente utilizando 100% de coque são mostrados e discutidos. Faz-se comentários sobre o futuro do uso do coque na Belgo-Mineira.
Apresentam-se as razões que levaram a Belgo-Mineira a experimentar coque nos altos-fornos da Usina de Monlevade. Os resultados do alto-forno 5 que, desde 1992, vem ininterruptamente utilizando 100% de coque são mostrados e discutidos. Faz-se comentários sobre o futuro do uso do coque na Belgo-Mineira.
Palavras-chave
coque, alto-forno, Belgo-Mineira
coque, alto-forno, Belgo-Mineira
Como citar
Braga, Raimundo Nonato Batista; Borges, Wandre de Oliveira; Quintão, Miguel Ângelo; Santos, José Alencar dos; Silva, Marco Antônio Maciel e; Lamas, Vicente de Paulo Barroso; Souza, Ildeu Alves de; Inácio, Jaime Sebastião.
Utilização de coque nos altos-fornos da Belgo-Mineira,
p. 341-358.
In: 51º Congresso anual,
Porto Alegre, Brasil,
1996.
ISSN: 2594-5327, DOI 10.5151/2594-5327-51v1-345-362