ISSN 2594-5327
59º Congresso anual — Vol. 59 , num. 1 (2004)
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Resumo
Os modelos analíticos para topologia não descrevem bem a evolução do crescimento de grãos. Considerando, ainda, o alto custo para a realização de experimentos nesta área, é crescente a tendência mundial do uso de computador para simular este fenômeno. Para isto, emprega-se o método de Monte Carlo que baseia-se na minimização da energia do sistema por interações entre pontos (representando uma certa quantidade de átomos), dispostos em uma malha discretizada, visando prever seu comportamento. Assim, este trabalho objetiva avaliar a influência de diferentes geradores de números “aleatórios” na simulação do crescimento normal e isotrópico de grão em 2D pelo método de Monte Carlo, com ênfase especial na lei parabólica, na “auto-similaridade” de lados e tamanho de grãos e na evolução microestrutural. Então, são usadas 36 e 64 orientações cristalográficas e duas malhas com tamanhos variados. Com a utilização dos parâmetros citados chega-se aos seguintes resultados: os geradores de números “aleatórios” KNUTH, RAN2, RAN3, RAN e RNUM mostram-se capazes de modelar a cinética de crescimento de grãos. Mas, ao analisar as quantidades de grãos e os tempos de CPU, concluiu-se que o gerador KNUTH foi o mais eficiente, por descrever mais realisticamente a microestrutura, em conformidade com a literatura científica.
Os modelos analíticos para topologia não descrevem bem a evolução do crescimento de grãos. Considerando, ainda, o alto custo para a realização de experimentos nesta área, é crescente a tendência mundial do uso de computador para simular este fenômeno. Para isto, emprega-se o método de Monte Carlo que baseia-se na minimização da energia do sistema por interações entre pontos (representando uma certa quantidade de átomos), dispostos em uma malha discretizada, visando prever seu comportamento. Assim, este trabalho objetiva avaliar a influência de diferentes geradores de números “aleatórios” na simulação do crescimento normal e isotrópico de grão em 2D pelo método de Monte Carlo, com ênfase especial na lei parabólica, na “auto-similaridade” de lados e tamanho de grãos e na evolução microestrutural. Então, são usadas 36 e 64 orientações cristalográficas e duas malhas com tamanhos variados. Com a utilização dos parâmetros citados chega-se aos seguintes resultados: os geradores de números “aleatórios” KNUTH, RAN2, RAN3, RAN e RNUM mostram-se capazes de modelar a cinética de crescimento de grãos. Mas, ao analisar as quantidades de grãos e os tempos de CPU, concluiu-se que o gerador KNUTH foi o mais eficiente, por descrever mais realisticamente a microestrutura, em conformidade com a literatura científica.
Palavras-chave
crescimento de grão, simulação computacional, método de monte ca
crescimento de grão, simulação computacional, método de monte ca
Como citar
Miranda, Rafael Rebello; Assis, Adauto Martins de; Castro, José Adilson de; Rios, Paulo Rangel.
UTILIZAÇÃO DO MÉTODO DE MONTE CARLO E ALGORITMOS GERADORES DE NÚMEROS ALEATÓRIOS PARA SIMULAÇÃO DE CRESCIMENTO DE GRÃO EM 2D,
p. 1556-1565.
In: 59º Congresso anual,
São Paulo, Brasil,
2004.
ISSN: 2594-5327, DOI 10.5151/2594-5327-3834