ISSN 2594-5327
59º Congresso anual — Vol. 59 , num. 1 (2004)
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Resumo
Estudou-se o efeito de deformações cíclicas por dobramento rotatório sobre as temperaturas de transformação martensítica e reversa de fios de 1,0mm de diâmetro de uma liga NiTi superelástica. A deformação recuperável no regime superelástico foi determinada através de ensaios de carga e descarga em tração, em passes ascendentes de 1 a 10% de deformação. O material foi caracterizado por difratometria de raios-X, microscopia eletrônica de varredura e microssondagem eletrônica. Os ensaios de dobramento rotatório foram realizados utilizando-se 3 raios de curvatura diferentes, que proporcionaram deformações em tração na superfície dos fios de 2,0, 3,0 e 4,5%. Os fios foram inicialmente ensaiados até se romperem por fadiga, para determinação do número médio de ciclos até a fratura. A seguir foram realizados ensaios correspondendo a 1/2 e 3/4 deste número de ciclos. As temperaturas de transformação dos fios antes e após as deformações cíclicas foram determinadas por calorimetria exploratória diferencial. Nenhuma mudança significativa foi observada nos fios submetidos a deformações de 2,0 e 3,0%. Por outro lado deformações da ordem de 4,5% proporcionaram um aumento significativo das temperaturas de transformação martensítica e reversa do material, indicando a tendência de estabilização da martensita pela ciclagem mecânica.
Estudou-se o efeito de deformações cíclicas por dobramento rotatório sobre as temperaturas de transformação martensítica e reversa de fios de 1,0mm de diâmetro de uma liga NiTi superelástica. A deformação recuperável no regime superelástico foi determinada através de ensaios de carga e descarga em tração, em passes ascendentes de 1 a 10% de deformação. O material foi caracterizado por difratometria de raios-X, microscopia eletrônica de varredura e microssondagem eletrônica. Os ensaios de dobramento rotatório foram realizados utilizando-se 3 raios de curvatura diferentes, que proporcionaram deformações em tração na superfície dos fios de 2,0, 3,0 e 4,5%. Os fios foram inicialmente ensaiados até se romperem por fadiga, para determinação do número médio de ciclos até a fratura. A seguir foram realizados ensaios correspondendo a 1/2 e 3/4 deste número de ciclos. As temperaturas de transformação dos fios antes e após as deformações cíclicas foram determinadas por calorimetria exploratória diferencial. Nenhuma mudança significativa foi observada nos fios submetidos a deformações de 2,0 e 3,0%. Por outro lado deformações da ordem de 4,5% proporcionaram um aumento significativo das temperaturas de transformação martensítica e reversa do material, indicando a tendência de estabilização da martensita pela ciclagem mecânica.
Palavras-chave
ligas NiTi, superelasticidade, fadiga
ligas NiTi, superelasticidade, fadiga
Como citar
Dias, Rogério Fonseca; Buono, Vicente Tadeu Lopes.
VARIAÇÃO DAS TEMPERATURAS DE TRANSFORMAÇÃO DE UMA LIGA NiTi SUPERELÁSTICA SUBMETIDA A DOBRAMENTO ROTATÓRIO,
p. 3419-3428.
In: 59º Congresso anual,
São Paulo, Brasil,
2004.
ISSN: 2594-5327, DOI 10.5151/2594-5327-4177