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Congresso Anual da ABM


ISSN 2594-5327

53º Congresso anual Vol. 53 , num. 1 (1998)


Título

VARIAÇÃO DO LIMITE DE ESCOAMENTO DURANTE A FABRICAÇÃO DE UM TUBO API 5L-X70

VARIAÇÃO DO LIMITE DE ESCOAMENTO DURANTE A FABRICAÇÃO DE UM TUBO API 5L-X70

Autoria

DOI

10.5151/2594-5327-C00479

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Resumo

O presente estudo avalia a influência da microestrutura sobre a variação do limite de escoamento durante o processo de fabricação de tubos de chapas grossas (UOE). Como consequência deste processo, tem sido normalmente aceita a queda do limite de escoamento, medida em corpo de prova aplainado, na fabricação da chapa para o tubo quando a microestrutura do material é ferrítica-perlítica, enquanto para a microestrutura bainítica granular (ou ferrita-acicular) esta queda no limite de escoamento não é observada. Contudo, os presentes resultados mostram que mesmo a bainita granular pode resultar na queda do limite de escoamento durante a fabricação do tubo. Desta forma, uma simples análise da microestrutura do material não é suficiente para assegurar o tipo de comportamento do limite de escoamento na transformação da chapa para o tubo. Assim, ensaios de tração devem ser feitos em corpos de prova cilíndricos, sempre que possível, pois o aumento do efeito Bauschinger com o aumento do grau especificado para o tubo pode causar a rejeição de um material que atenda à especificação.

 

O presente estudo avalia a influência da microestrutura sobre a variação do limite de escoamento durante o processo de fabricação de tubos de chapas grossas (UOE). Como consequência deste processo, tem sido normalmente aceita a queda do limite de escoamento, medida em corpo de prova aplainado, na fabricação da chapa para o tubo quando a microestrutura do material é ferrítica-perlítica, enquanto para a microestrutura bainítica granular (ou ferrita-acicular) esta queda no limite de escoamento não é observada. Contudo, os presentes resultados mostram que mesmo a bainita granular pode resultar na queda do limite de escoamento durante a fabricação do tubo. Desta forma, uma simples análise da microestrutura do material não é suficiente para assegurar o tipo de comportamento do limite de escoamento na transformação da chapa para o tubo. Assim, ensaios de tração devem ser feitos em corpos de prova cilíndricos, sempre que possível, pois o aumento do efeito Bauschinger com o aumento do grau especificado para o tubo pode causar a rejeição de um material que atenda à especificação.

Palavras-chave

Efeito Bauschinger, Tubulação, Tenacidade à Fratura

Efeito Bauschinger, Tubulação, Tenacidade à Fratura

Como citar

Neto, Célio Albano da Costa; Bastian, Fernando Luiz. VARIAÇÃO DO LIMITE DE ESCOAMENTO DURANTE A FABRICAÇÃO DE UM TUBO API 5L-X70, p. 1900-1909. In: 53º Congresso anual, Belo Horizonte, Brasil, 1998.
ISSN: 2594-5327, DOI 10.5151/2594-5327-C00479