ISSN 2594-5327
50th Congresso anual — Vol. 50 , num. 1 (1995)
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Abstract
Embora as características gerais da fragilização da martensita revenida (FMR) sejam conhecidas há várias décadas, o mecanismo que conduz à fragilização ainda não está completamente entendido. As causas da FMR têm sido muito estudadas. Vários modelos já foram propostos para tentar fornecer uma explicação convincente para o fenômeno da FMR. Porém, existe grande controvérsia sobre o mecanismo que conduz à FMR. Neste trabalho, a FMR foi estudada em um aço 300M. Os tratamentos térmicos foram caracterizados por distintas temperaturas de austenitização (1143 K e 1373 K) e revenido (473K, 603K, 703K e 823K). Diferentes tipos de ensaios foram realizados para avaliar o comportamento mecânico do aço. A análise dos resultados sugeriu que vários fenômenos contribuíram para a ocorrência da FMR. Sendo assim, pôde-se depreender que o mecanismo que conduz à FMR, no aço 300M, é demasiadamente complexo. É muito provável que o fenômeno da FMR não possa ser atribuído a um único fator como a precipitação de carbonetos, transformação da austenita retida ou segregação de impurezas. É quase certo que, em aços desse tipo, o fenômeno resulte de uma interação de fatores.
Embora as características gerais da fragilização da martensita revenida (FMR) sejam conhecidas há várias décadas, o mecanismo que conduz à fragilização ainda não está completamente entendido. As causas da FMR têm sido muito estudadas. Vários modelos já foram propostos para tentar fornecer uma explicação convincente para o fenômeno da FMR. Porém, existe grande controvérsia sobre o mecanismo que conduz à FMR. Neste trabalho, a FMR foi estudada em um aço 300M. Os tratamentos térmicos foram caracterizados por distintas temperaturas de austenitização (1143 K e 1373 K) e revenido (473K, 603K, 703K e 823K). Diferentes tipos de ensaios foram realizados para avaliar o comportamento mecânico do aço. A análise dos resultados sugeriu que vários fenômenos contribuíram para a ocorrência da FMR. Sendo assim, pôde-se depreender que o mecanismo que conduz à FMR, no aço 300M, é demasiadamente complexo. É muito provável que o fenômeno da FMR não possa ser atribuído a um único fator como a precipitação de carbonetos, transformação da austenita retida ou segregação de impurezas. É quase certo que, em aços desse tipo, o fenômeno resulte de uma interação de fatores.
Keywords
Aços, tratamentos térmicos, fragilização, propriedades mecânicas.
Aços, tratamentos térmicos, fragilização, propriedades mecânicas.
How to cite
Tokimatsu, Ruís Camargo; Ferreira, Itamar.
A COMPLEXIDADE DO MECANISMO DE FRAGILIZAÇÃO DA MARTENSITA REVENIDA,
p. 711-730.
In: 50th Congresso anual,
São Pedro-SP, Brasil,
1995.
ISSN: 2594-5327, DOI 10.5151/2594-5327-50v2-183-202