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Proceedings of the Ironmaking, Iron Ore and Agglomeration Seminars


ISSN 2594-357X

Title

AVALIAÇÃO DA REDUÇÃO DAS EMISSÕES DE MATERIAL PARTICULADO DAS USINAS DE PELOTIZAÇÃO UTILIZANDO UM MODELO RECEPTOR

AVALIAÇÃO DA REDUÇÃO DAS EMISSÕES DE MATERIAL PARTICULADO DAS USINAS DE PELOTIZAÇÃO UTILIZANDO UM MODELO RECEPTOR

Authorship

DOI

10.5151/2594-357x-32 V01 - 55-64

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Abstract

Como quantificar a eficiência de uma determinada ação de controle ambiental? A Companhia Vale do Rio Doce investiu 30 milhões de dólares em oito precipitadores eletrostáticos (PE) instalados nas chaminés secundárias das suas Usinas de Pelotização em Vitória, ES. Este trabalho procurou determinar o quanto se reduziu o impacto das atividades de pelotização da CVRD na qualidade do ar na região metropolitana da grande Vitória. Foi implementado um Modelo de Corpo Receptor (MORI) com técnicas de automação inteligente como redes neurais, algoritmos genéticos e lógica nebulosa. Este modelo computacional relaciona as características físicas, químicas e mineralógicas das fontes impactantes da qualidade do ar com o material particulado coletado na região urbana. Dados de espectroscopia Mössbauer e PIXE foram utilizados pelo MORI para quantificar as contribuições das fontes em quatro estações coletoras de partículas totais em suspensão (PTS) e partículas inaláveis (PM10). Resultados do MORI são comparados antes e após a instalação dos PE. O MORI indicou as 15 principais fontes impactantes da qualidade do ar na grande Vitória (RGV). As fontes de origem industrial são: coque, sínter, carvão mineral, aciaria e alto-forno, aciaria elétrica, pelotas e calcários (traços de minério e fertilizantes); as fontes antropogênicas são: tráfego, queimadas, construção civil, solos, pedreiras; e o aerossol marinho constitui a única fonte natural da região. Os resultados obtidos com o MORI indicam uma redução média de aprox. 40% do impacto de finos de pelota na qualidade do ar na RGV em função da instalação e uso dos PE do sistema pelotizador da CVRD.

 

Como quantificar a eficiência de uma determinada ação de controle ambiental? A Companhia Vale do Rio Doce investiu 30 milhões de dólares em oito precipitadores eletrostáticos (PE) instalados nas chaminés secundárias das suas Usinas de Pelotização em Vitória, ES. Este trabalho procurou determinar o quanto se reduziu o impacto das atividades de pelotização da CVRD na qualidade do ar na região metropolitana da grande Vitória. Foi implementado um Modelo de Corpo Receptor (MORI) com técnicas de automação inteligente como redes neurais, algoritmos genéticos e lógica nebulosa. Este modelo computacional relaciona as características físicas, químicas e mineralógicas das fontes impactantes da qualidade do ar com o material particulado coletado na região urbana. Dados de espectroscopia Mössbauer e PIXE foram utilizados pelo MORI para quantificar as contribuições das fontes em quatro estações coletoras de partículas totais em suspensão (PTS) e partículas inaláveis (PM10). Resultados do MORI são comparados antes e após a instalação dos PE. O MORI indicou as 15 principais fontes impactantes da qualidade do ar na grande Vitória (RGV). As fontes de origem industrial são: coque, sínter, carvão mineral, aciaria e alto-forno, aciaria elétrica, pelotas e calcários (traços de minério e fertilizantes); as fontes antropogênicas são: tráfego, queimadas, construção civil, solos, pedreiras; e o aerossol marinho constitui a única fonte natural da região. Os resultados obtidos com o MORI indicam uma redução média de aprox. 40% do impacto de finos de pelota na qualidade do ar na RGV em função da instalação e uso dos PE do sistema pelotizador da CVRD.

Keywords

Meio Ambiente, Modelo Receptor, Controle Ambiental.

Meio Ambiente, Modelo Receptor, Controle Ambiental.

How to cite

Jr., Paulo A. de Souza; Guimaraes, Austregésilo Ferreira; Ignácio, Luiz Ribeiro; Queiroz, Rogério Silveira de; Morimoto, Tsutomo. AVALIAÇÃO DA REDUÇÃO DAS EMISSÕES DE MATERIAL PARTICULADO DAS USINAS DE PELOTIZAÇÃO UTILIZANDO UM MODELO RECEPTOR, p. 55-64. In: 32º Seminário de Redução de Minério de Ferro e Matérias-Primas, None, 2002.
ISSN: 2594-357X, DOI 10.5151/2594-357x-32 V01 - 55-64