ISSN 2594-5327
59th Congresso anual — Vol. 59 , num. 1 (2004)
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Abstract
A fratura por fadiga é a forma mais comum de falha estrutural e, ao longo do tempo, tem sido um problema desafiador. Ela é causada pelo início e propagação de uma trinca através do componente, com os dois processos ocupando diferentes proporções da vida à fadiga. Os objetivos deste trabalho são obter as expressões matemáticas para a taxa de propagação de trinca por fadiga versus o fator de intensidade de tensão, quantificar o efeito da espessura na propagação de trinca e avaliar o efeito anisotrópico segundo as direções TL e LT para esta mesma propagação. Amostras de um aço USI-SAC-50 laminados a quente nas espessuras de 12 e 19 mm foram submetidas ao ensaio de fadiga em máquina Instron, modelo 8802, após pré-trinca de 3 mm. As amostras mostraram textura fraca tanto no sentido de laminação e transversal a ele e as direções cristalográficas mais fortes em cada direção DN, DL e DT são respectivamente [111], [101] e [111]. Os resultados obtidos mostraram que, no estágio II, o material respeita a equação de Paris para solicitação no sentido transversal e longitudinal. No entanto, verificou-se uma correlação linear entre os parâmetros C e m. Não houve variação na taxa de propagação de trinca por fadiga no estágio II, para as espessuras de 12 e 19 mm direção LT.
A fratura por fadiga é a forma mais comum de falha estrutural e, ao longo do tempo, tem sido um problema desafiador. Ela é causada pelo início e propagação de uma trinca através do componente, com os dois processos ocupando diferentes proporções da vida à fadiga. Os objetivos deste trabalho são obter as expressões matemáticas para a taxa de propagação de trinca por fadiga versus o fator de intensidade de tensão, quantificar o efeito da espessura na propagação de trinca e avaliar o efeito anisotrópico segundo as direções TL e LT para esta mesma propagação. Amostras de um aço USI-SAC-50 laminados a quente nas espessuras de 12 e 19 mm foram submetidas ao ensaio de fadiga em máquina Instron, modelo 8802, após pré-trinca de 3 mm. As amostras mostraram textura fraca tanto no sentido de laminação e transversal a ele e as direções cristalográficas mais fortes em cada direção DN, DL e DT são respectivamente [111], [101] e [111]. Os resultados obtidos mostraram que, no estágio II, o material respeita a equação de Paris para solicitação no sentido transversal e longitudinal. No entanto, verificou-se uma correlação linear entre os parâmetros C e m. Não houve variação na taxa de propagação de trinca por fadiga no estágio II, para as espessuras de 12 e 19 mm direção LT.
Keywords
Fadiga, Textura, Aço Estrutural.
Fadiga, Textura, Aço Estrutural.
How to cite
Alcântara, Fabrício Luiz de; Martins, Geraldo de Paula; Carneiro, José Rubens Gonçalves.
COMPORTAMENTO DO CRESCIMENTO DE TRINCA POR FADIGA DE UM AÇO USI-SAC-50 LAMINADO A QUENTE EM DIFERENTES ESPESSURAS,
p. 1270-1279.
In: 59th Congresso anual,
São Paulo, Brasil,
2004.
ISSN: 2594-5327, DOI 10.5151/2594-5327-3793