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Proceedings of ABM Annual Congress


ISSN 2594-5327

58th Congresso anual Vol. 58 , num. 1 (2003)


Title

DETERMINAÇÃO DA RESISTÊNCIA À CORROSÃO NAS SUPERFÍCIES TRANSVERSAIS E LONGITUDINAIS EM AMOSTRAS DE ALUMÍNIO E ZINCO PUROS, SOLIDIFICADAS UNIDIRECIONALMENTE.

DETERMINAÇÃO DA RESISTÊNCIA À CORROSÃO NAS SUPERFÍCIES TRANSVERSAIS E LONGITUDINAIS EM AMOSTRAS DE ALUMÍNIO E ZINCO PUROS, SOLIDIFICADAS UNIDIRECIONALMENTE.

Authorship

DOI

10.5151/2594-5327-3087

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Abstract

Na solidificação dos metais, diferentes e variadas morfologias estruturais podem se desenvolver, como função de uma ampla gama de condições operacionais. Registros na literatura exibem forte dependência ou correlações entre as propriedades mecânicas e as estruturas resultantes de solidificação. Encontra-se também na literatura, de modo geral, que a resistência à corrosão do material, tem-se mostrado fortemente dependente, tanto da estrutura morfológica, quanto da composição química. O objetivo nesse trabalho é investigar a influência das estruturas de solidificação, colunar e equiaxial, na resistência à corrosão em uma mesma amostra, variando-se a secção de corte na superfície a ser analisada. Assim a estrutura colunar, representa a superfície longitudinal e a equiaxial, a superfície transversal. Nessa condição, para ambos metais comercialmente puros, Zn e Al, as respostas ao fenômeno corrosivo das diferentes secções apresentam comportamento muito próximos, tanto na avaliação por espectroscopia por espectroscopia por impedância eletroquímica, quanto na polarização/extrapolação de Tafel. Resultados que diferem de trabalho previamente publicado, onde a investigação é feita nas mesmas estruturas, no entanto puramente equiaxiais e puramente colunares. Isso comprova que a cinética de formação morfológica estrutural influi na resistência à corrosão. Uma programação da formação morfológica representará ganho na gama de propriedades desejadas em projeto.

 

Na solidificação dos metais, diferentes e variadas morfologias estruturais podem se desenvolver, como função de uma ampla gama de condições operacionais. Registros na literatura exibem forte dependência ou correlações entre as propriedades mecânicas e as estruturas resultantes de solidificação. Encontra-se também na literatura, de modo geral, que a resistência à corrosão do material, tem-se mostrado fortemente dependente, tanto da estrutura morfológica, quanto da composição química. O objetivo nesse trabalho é investigar a influência das estruturas de solidificação, colunar e equiaxial, na resistência à corrosão em uma mesma amostra, variando-se a secção de corte na superfície a ser analisada. Assim a estrutura colunar, representa a superfície longitudinal e a equiaxial, a superfície transversal. Nessa condição, para ambos metais comercialmente puros, Zn e Al, as respostas ao fenômeno corrosivo das diferentes secções apresentam comportamento muito próximos, tanto na avaliação por espectroscopia por espectroscopia por impedância eletroquímica, quanto na polarização/extrapolação de Tafel. Resultados que diferem de trabalho previamente publicado, onde a investigação é feita nas mesmas estruturas, no entanto puramente equiaxiais e puramente colunares. Isso comprova que a cinética de formação morfológica estrutural influi na resistência à corrosão. Uma programação da formação morfológica representará ganho na gama de propriedades desejadas em projeto.

Keywords

Resistência à Corrosão, Solidificação Unidirecional, Estruturas Colunar e Equiaxial.

Resistência à Corrosão, Solidificação Unidirecional, Estruturas Colunar e Equiaxial.

How to cite

Osório, Wislei Riupe; Freire, Célia Marina Alvarenga.; Garcia, Amauri. DETERMINAÇÃO DA RESISTÊNCIA À CORROSÃO NAS SUPERFÍCIES TRANSVERSAIS E LONGITUDINAIS EM AMOSTRAS DE ALUMÍNIO E ZINCO PUROS, SOLIDIFICADAS UNIDIRECIONALMENTE., p. 3252-3261. In: 58th Congresso anual, Rio de Janeiro, Brasil, 2003.
ISSN: 2594-5327, DOI 10.5151/2594-5327-3087