ISSN 2594-357X
3º Simpósio Brasileiro de Minério de Ferro — Vol. 01 , num. 3 (2001)
Title
Authorship
DOI
Downloads
Abstract
Foram realizados testes em escala piloto analisando os reflexos na qualidade do produto final quando se varia a granulometria do calcário. Além do calcário em sua granulometria natural (como recebido na CVRD), foram avaliados os níveis de 50, 70 e 90% abaixo de 0,045mm. Estes níveis de finura foram obtidos a partir de moagem a úmido em mini-moinho de bolas. Concluiu-se que os parâmetros de qualidade das pelotas queimadas são fortemente influenciados pela granulometria do calcário utilizado. A magnitude desta influência é maior quando trabalha-se com o calcário mais grosseiro (menor percentual abaixo de 0,045mm). De maneira geral, e com base nos resultados obtidos neste trabalho, pode-se afirmar que a granulometria de 70% abaixo de 0,045mm é suficiente para garantir os parâmetros atuais de qualidade, sendo o ganho da qualidade obtido com a redução de tamanho de 70 para 90% <0,045mm pouco significativo. Como os calcários dolomítico e calcítico atualmente recebidos na DIPE apresentam respectivamente cerca de 14% e 25% abaixo de 0,045mm, e os resultados de qualidade indicaram que abaixo de 50% a qualidade das pelotas queimadas fica bastante prejudicada, reafirma-se a necessidade da moagem destes insumos. Atualmente a moagem é realizada em conjunto com o minério de Ferro o que certamente não representa a condição ideal. A partir dos resultados obtidos neste trabalho, sugere-se que seja realizada uma etapa de cominuição deste insumo de forma independente, para adequação de sua granulometria ao processo de pelotização.
Foram realizados testes em escala piloto analisando os reflexos na qualidade do produto final quando se varia a granulometria do calcário. Além do calcário em sua granulometria natural (como recebido na CVRD), foram avaliados os níveis de 50, 70 e 90% abaixo de 0,045mm. Estes níveis de finura foram obtidos a partir de moagem a úmido em mini-moinho de bolas. Concluiu-se que os parâmetros de qualidade das pelotas queimadas são fortemente influenciados pela granulometria do calcário utilizado. A magnitude desta influência é maior quando trabalha-se com o calcário mais grosseiro (menor percentual abaixo de 0,045mm). De maneira geral, e com base nos resultados obtidos neste trabalho, pode-se afirmar que a granulometria de 70% abaixo de 0,045mm é suficiente para garantir os parâmetros atuais de qualidade, sendo o ganho da qualidade obtido com a redução de tamanho de 70 para 90% <0,045mm pouco significativo. Como os calcários dolomítico e calcítico atualmente recebidos na DIPE apresentam respectivamente cerca de 14% e 25% abaixo de 0,045mm, e os resultados de qualidade indicaram que abaixo de 50% a qualidade das pelotas queimadas fica bastante prejudicada, reafirma-se a necessidade da moagem destes insumos. Atualmente a moagem é realizada em conjunto com o minério de Ferro o que certamente não representa a condição ideal. A partir dos resultados obtidos neste trabalho, sugere-se que seja realizada uma etapa de cominuição deste insumo de forma independente, para adequação de sua granulometria ao processo de pelotização.
Keywords
Moagem, calcário, pelotização
Moagem, calcário, pelotização
How to cite
Clary, Adriano Beltrão; Lobino, José Carlos.
Distribuição Granulométrica Ótima dos Calcários Calcítico e Dolomítico Utilizados para a Pelotização de Minérios de Ferro,
p. 286-297.
In: 3º Simpósio Brasileiro de Minério de Ferro,
None,
2001.
ISSN: 2594-357X, DOI 10.5151/2594-357x-C01693