ISSN 2594-5300
29º Seminário de Aciaria — Vol. 01 , num. 29 (1998)
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Abstract
Certamente, a Análise Química é uma importante ferramenta para caracterização de fluxantes para L.C.. Entretanto, apenas a constituição química não é suficiente para eleger o fluxante adequado para cada condição de lingotamento. A determinação da velocidade de fusão do fluxante associada à viscosidade, tendência à cristalização, tamanho de partícula, composição mineralógica dentre outros, são parâmetros de conhecimento indispensável para assegurar sua eficiência na aplicação. O controle ótimo da fusibilidade do fluxante se baseia na regulagem no intervalo de temperatura compreendido entre a fusão das partículas do material base e temperatura na qual as partículas do fluxante com carbono não misturam sinais de aglomeração e apresentavam leve fluidez. Neste trabalho é demonstrado o desenvolvimento de um ensaio de medida da velocidade de fusão, utilizando um forno elétrico no qual é colocado um cadinho vazado contendo o fluxante granulado ou em pó, para vazamento do material fundido ao longo do seu aquecimento. O desenvolvimento das reações de fusão resulta em uma escória de viscosidade tal que, em função de sua fluidez na temperatura do ensaio, ocorre o escorrimento da massa fundida a uma velocidade característica, a qual é registrada em um gráfico de massa x temperatura. Assim, parâmetros de formulação de fluxantes para L.C. tais como teor de carbono e sua granulação, qualificação da maior ou menor cristalinidade das matérias primas utilizadas podem ser avaliados de modo a nortear os trabalhos de caracterização e de desenvolvimento de novas formulações, tendo em vista as condições operacionais no Cliente.
Certamente, a Análise Química é uma importante ferramenta para caracterização de fluxantes para L.C.. Entretanto, apenas a constituição química não é suficiente para eleger o fluxante adequado para cada condição de lingotamento. A determinação da velocidade de fusão do fluxante associada à viscosidade, tendência à cristalização, tamanho de partícula, composição mineralógica dentre outros, são parâmetros de conhecimento indispensável para assegurar sua eficiência na aplicação. O controle ótimo da fusibilidade do fluxante se baseia na regulagem no intervalo de temperatura compreendido entre a fusão das partículas do material base e temperatura na qual as partículas do fluxante com carbono não misturam sinais de aglomeração e apresentavam leve fluidez. Neste trabalho é demonstrado o desenvolvimento de um ensaio de medida da velocidade de fusão, utilizando um forno elétrico no qual é colocado um cadinho vazado contendo o fluxante granulado ou em pó, para vazamento do material fundido ao longo do seu aquecimento. O desenvolvimento das reações de fusão resulta em uma escória de viscosidade tal que, em função de sua fluidez na temperatura do ensaio, ocorre o escorrimento da massa fundida a uma velocidade característica, a qual é registrada em um gráfico de massa x temperatura. Assim, parâmetros de formulação de fluxantes para L.C. tais como teor de carbono e sua granulação, qualificação da maior ou menor cristalinidade das matérias primas utilizadas podem ser avaliados de modo a nortear os trabalhos de caracterização e de desenvolvimento de novas formulações, tendo em vista as condições operacionais no Cliente.
Keywords
Velocidade de Fusão, Fluxante, Lingotamento Contínuo
Velocidade de Fusão, Fluxante, Lingotamento Contínuo
How to cite
Fonseca, Marcus Vinícius de Araujo; Bezerra, Maria Carolina Campello; Menezes, Viviane José; Dantas, Marcos.
ENSAIO DA AVALIAÇÃO DA VELOCIDADE DE FUSÃO: SUA APLICAÇÃO NA CARACTERIZAÇÃO, DESEMPENHO E DESENVOLVIMENTO DE FLUXANTES PARA L.C.(1),
p. 1-12.
In: 29º Seminário de Aciaria,
Belo Horizonte, Brasil,
1998.
ISSN: 2594-5300, DOI 10.5151/2594-5300-29Aciaria-01-12