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Proceedings of ABM Annual Congress


ISSN 2594-5327

50th Congresso anual Vol. 50 , num. 1 (1995)


Title

Estabilização da Austenita em Aços ao Níquel para Aplicações Criogênicas

Estabilização da Austenita em Aços ao Níquel para Aplicações Criogênicas

Authorship

DOI

10.5151/2594-5327-50v1-107-120

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Abstract

A formação de partículas estáveis de austenita em aços ferríticos de 9 Ni foi investigada em função da duração do tratamento térmico de revenimento a 570 °C. Anteriormente, um tratamento industrial de têmpera em água seguido por um primeiro revenimento a 670 °C tinha sido aplicado ao aço comercial como recebido. Para tempos de revenimento entre 10 minutos e 12 horas a 570 °C, observou-se um rápido aumento inicial da fração volumétrica de austenita retida de 2 até 9% durante a primeira hora de revenimento, seguido por um aumento mais gradual de 9 até 11% durante as próximas 11 horas. Com base nas diferentes velocidades de difusão do níquel e do carbono, são apresentados argumentos que associam a grande estabilidade da austenita após o último tratamento térmico comercial a 570 °C com o seu elevado teor de carbono, previsto de atingir um valor máximo de pelo menos 1,2%C. Possibilidades de comprovar este nível de carbono nas partículas da austenita retida são discutidas.

 

A formação de partículas estáveis de austenita em aços ferríticos de 9 Ni foi investigada em função da duração do tratamento térmico de revenimento a 570 °C. Anteriormente, um tratamento industrial de têmpera em água seguido por um primeiro revenimento a 670 °C tinha sido aplicado ao aço comercial como recebido. Para tempos de revenimento entre 10 minutos e 12 horas a 570 °C, observou-se um rápido aumento inicial da fração volumétrica de austenita retida de 2 até 9% durante a primeira hora de revenimento, seguido por um aumento mais gradual de 9 até 11% durante as próximas 11 horas. Com base nas diferentes velocidades de difusão do níquel e do carbono, são apresentados argumentos que associam a grande estabilidade da austenita após o último tratamento térmico comercial a 570 °C com o seu elevado teor de carbono, previsto de atingir um valor máximo de pelo menos 1,2%C. Possibilidades de comprovar este nível de carbono nas partículas da austenita retida são discutidas.

Keywords

Aços ao níquel, Austenita retida, Transformação martensítica, revenimento, criogenia

Aços ao níquel, Austenita retida, Transformação martensítica, revenimento, criogenia

How to cite

Cardoso, Kátia Regina; Kestenbach, HansJürgen. Estabilização da Austenita em Aços ao Níquel para Aplicações Criogênicas, p. 107-120. In: 50th Congresso anual, São Pedro-SP, Brasil, 1995.
ISSN: 2594-5327, DOI 10.5151/2594-5327-50v1-107-120