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Proceedings of the Ironmaking, Iron Ore and Agglomeration Seminars


ISSN 2594-357X

Title

ESTABILIZAÇÃO MECÂNICA DE COQUE DE ALTO-FORNO

ESTABILIZAÇÃO MECÂNICA DE COQUE DE ALTO-FORNO

Authorship

DOI

10.5151/2594-357x-32 V01 - 177-190

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Abstract

A operação com altas taxas de injeção de carvão pulverizado introduziu mudanças nas especificações de qualidade do coque de alto-forno, sendo observada uma maior exigência de propriedades, principalmente para grandes altos-fornos operados com baixo coke rate e alta produtividade. Antes de atingir as regiões do alto-forno em que a reação de perda de solução por CO₂ acontece, o coque terá que suportar as cargas mecânicas impostas na operação de carregamento e na região granular do alto-forno, para não sofrer redução acentuada de seu tamanho entre o topo do forno e o nível das ventaneiras. Um coque carregado com maior tamanho e maior grau de estabilização leva a um coque mais grosso na rampa do forno, o que é benéfico para a permeabilidade de gás, para a diminuição do fluxo preferencial de metal líquido ao longo da parede e para a prevenção de desgaste do cadinho. A condição imprescindível para que o coque atenda a tais requisitos é que, ao ser carregado no forno, apresente elevada estabilização mecânica, com a maior redução possível de fissuras impostas pelo processo de coqueificação. Neste trabalho, foram avaliados o grau de estabilização e a resistência mecânica do coque, através da caracterização de amostras in natura (Coqueria 2 da Usiminas), coletadas sobre correias transportadoras ao longo do circuito de transporte, e amostras criadas em máquina shatter a partir das amostras in natura, levando em consideração a altura de queda livre dos diferentes pontos de transferência do circuito

 

A operação com altas taxas de injeção de carvão pulverizado introduziu mudanças nas especificações de qualidade do coque de alto-forno, sendo observada uma maior exigência de propriedades, principalmente para grandes altos-fornos operados com baixo coke rate e alta produtividade. Antes de atingir as regiões do alto-forno em que a reação de perda de solução por CO₂ acontece, o coque terá que suportar as cargas mecânicas impostas na operação de carregamento e na região granular do alto-forno, para não sofrer redução acentuada de seu tamanho entre o topo do forno e o nível das ventaneiras. Um coque carregado com maior tamanho e maior grau de estabilização leva a um coque mais grosso na rampa do forno, o que é benéfico para a permeabilidade de gás, para a diminuição do fluxo preferencial de metal líquido ao longo da parede e para a prevenção de desgaste do cadinho. A condição imprescindível para que o coque atenda a tais requisitos é que, ao ser carregado no forno, apresente elevada estabilização mecânica, com a maior redução possível de fissuras impostas pelo processo de coqueificação. Neste trabalho, foram avaliados o grau de estabilização e a resistência mecânica do coque, através da caracterização de amostras in natura (Coqueria 2 da Usiminas), coletadas sobre correias transportadoras ao longo do circuito de transporte, e amostras criadas em máquina shatter a partir das amostras in natura, levando em consideração a altura de queda livre dos diferentes pontos de transferência do circuito

Keywords

coque, alto-forno, qualidade.

coque, alto-forno, qualidade.

How to cite

Reis, Henriquison Magela Bottrel; Martins, Heltom Muzzi; Correa, Gilson. ESTABILIZAÇÃO MECÂNICA DE COQUE DE ALTO-FORNO, p. 177-190. In: 32º Seminário de Redução de Minério de Ferro e Matérias-Primas, None, 2002.
ISSN: 2594-357X, DOI 10.5151/2594-357x-32 V01 - 177-190