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Proceedings of the Seminar on Steelmaking, Casting and Non-Ferrous Metallurgy


ISSN 2594-5300

30º Seminário de Aciaria Vol. 01 , num. 30 (1999)


Title

ESTIMATIVA DOS NÍVEIS DE FLICKER PROVOCADOS PELOS FORNOS A ARCO – ANÁLISE CRÍTICA DOS LIMITES DE Pst RECOMENDADOS

ESTIMATIVA DOS NÍVEIS DE FLICKER PROVOCADOS PELOS FORNOS A ARCO – ANÁLISE CRÍTICA DOS LIMITES DE Pst RECOMENDADOS

Authorship

DOI

10.5151/2594-5300-30Aciaria-387-402

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Abstract

O controle das flutuações de tensão e dos seus perturbadores efeitos sobre a iluminação (flicker) é um assunto que adquire cada vez mais importância tendo em vista a maior exigência dos consumidores residenciais de energia elétrica em relação à qualidade dos serviços que lhes são prestados. Existe atualmente uma forma de medição do flicker definida pelas normas IEC, com base nos estudos da UIE (União Internacional de Eletrotermia), que está sendo adotada mundialmente. De acordo com estas recomendações, para valores da unidade de medida “Pst” superiores a 1, os níveis de flicker podem ser incômodos. Este limite fixado para o flicker é excessivamente rigoroso. Por este motivo, as recomendações perdem credibilidade e permitem a coexistência de duas situações opostas e injustas. Por um lado, aciarias elétricas que operam com níveis de Pst da ordem de 3 a 6, provocando molestas flutuações da iluminação, e, por outro lado, aciarias que não provocam perturbações na iluminação mas que podem ser punidas por provocarem valores de Pst superiores a 1. Neste trabalho são discutidos os motivos pelos quais a exigência de manter Pst = 1 no ponto comum de conexão com outros consumidores é exagerada e são também recomendados valores limites de Pst mais adequados. Também são informados os valores do fator Kst, dependente da operação do forno, calculados a partir de algumas medições de Pst realizadas em sistemas que alimentam fornos a arco.

 

O controle das flutuações de tensão e dos seus perturbadores efeitos sobre a iluminação (flicker) é um assunto que adquire cada vez mais importância tendo em vista a maior exigência dos consumidores residenciais de energia elétrica em relação à qualidade dos serviços que lhes são prestados. Existe atualmente uma forma de medição do flicker definida pelas normas IEC, com base nos estudos da UIE (União Internacional de Eletrotermia), que está sendo adotada mundialmente. De acordo com estas recomendações, para valores da unidade de medida “Pst” superiores a 1, os níveis de flicker podem ser incômodos. Este limite fixado para o flicker é excessivamente rigoroso. Por este motivo, as recomendações perdem credibilidade e permitem a coexistência de duas situações opostas e injustas. Por um lado, aciarias elétricas que operam com níveis de Pst da ordem de 3 a 6, provocando molestas flutuações da iluminação, e, por outro lado, aciarias que não provocam perturbações na iluminação mas que podem ser punidas por provocarem valores de Pst superiores a 1. Neste trabalho são discutidos os motivos pelos quais a exigência de manter Pst = 1 no ponto comum de conexão com outros consumidores é exagerada e são também recomendados valores limites de Pst mais adequados. Também são informados os valores do fator Kst, dependente da operação do forno, calculados a partir de algumas medições de Pst realizadas em sistemas que alimentam fornos a arco.

Keywords

flicker, atenuação, limites de Pst, fornos a arco, flutuações de tensão

flicker, atenuação, limites de Pst, fornos a arco, flutuações de tensão

How to cite

Jaccard, Luis Ricardo. ESTIMATIVA DOS NÍVEIS DE FLICKER PROVOCADOS PELOS FORNOS A ARCO – ANÁLISE CRÍTICA DOS LIMITES DE Pst RECOMENDADOS, p. 387-402. In: 30º Seminário de Aciaria, São Paulo, Brasil, 1999.
ISSN: 2594-5300, DOI 10.5151/2594-5300-30Aciaria-387-402