ISSN 2594-5327
50th Congresso anual — Vol. 50 , num. 1 (1995)
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Abstract
As reações do tipo gás-sólido foram estudadas principalmente em condições isotérmicas embora inúmeros processos pirometalúrgicos empregam reações fortemente exotérmicas, como é o caso dos processos de redução de certos óxidos metálicos e dos processos de ustulação de minérios sulfurados. O objetivo deste trabalho é de analisar, de maneira global, o sistema conversão/liberação de calor e mais especificamente a influência da elevação de temperatura sobre as diferentes etapas físico-químicas que atuam durante o processo de oxidação do sulfeto de zinco. Nesta primeira parte tratar-se-á somente dos processos de transferência de massa. Foram feitos ensaios preliminares com amostras de ZnS fundidos e sinterizados. Estes ensaios mostraram que a velocidade de reação é baixa, para este tipo de amostra, e não possibilita o estudo térmico. Pôr esta razão, foi necessário produzir partículas esféricas porosas (dp = 10 mm) de alta reatividade. Os ensaios de oxidação desta partículas foram realizados no forno de uma termobalança à diferentes temperaturas (550 à 900 ºC) e pressões parciais de oxigênio (0.2, 0.56 e 1 atm.). Os resultados obtidos foram analisados primeiramente através de um modelo isotérmico (G.P.M. - Szekely, 1976) modificado para a parte de cinética química. Inicialmente foi possível concluir que a reação de oxidação do ZnS ocorre em regime de difusão mista (ρi = resistência interna, ρe = resistência externa) e que este regime a baixas temperaturas é conseqüência direta da elevação da temperatura da amostra.
As reações do tipo gás-sólido foram estudadas principalmente em condições isotérmicas embora inúmeros processos pirometalúrgicos empregam reações fortemente exotérmicas, como é o caso dos processos de redução de certos óxidos metálicos e dos processos de ustulação de minérios sulfurados. O objetivo deste trabalho é de analisar, de maneira global, o sistema conversão/liberação de calor e mais especificamente a influência da elevação de temperatura sobre as diferentes etapas físico-químicas que atuam durante o processo de oxidação do sulfeto de zinco. Nesta primeira parte tratar-se-á somente dos processos de transferência de massa. Foram feitos ensaios preliminares com amostras de ZnS fundidos e sinterizados. Estes ensaios mostraram que a velocidade de reação é baixa, para este tipo de amostra, e não possibilita o estudo térmico. Pôr esta razão, foi necessário produzir partículas esféricas porosas (dp = 10 mm) de alta reatividade. Os ensaios de oxidação desta partículas foram realizados no forno de uma termobalança à diferentes temperaturas (550 à 900 ºC) e pressões parciais de oxigênio (0.2, 0.56 e 1 atm.). Os resultados obtidos foram analisados primeiramente através de um modelo isotérmico (G.P.M. - Szekely, 1976) modificado para a parte de cinética química. Inicialmente foi possível concluir que a reação de oxidação do ZnS ocorre em regime de difusão mista (ρi = resistência interna, ρe = resistência externa) e que este regime a baixas temperaturas é conseqüência direta da elevação da temperatura da amostra.
Keywords
eação gás-sólido, exotermicidade, difusão
eação gás-sólido, exotermicidade, difusão
How to cite
François, Magda Galant; Patisson, Fabrice; Ablitzer, Denis.
Estudo Cinético da Reação Exotérmica de Oxidação do Sulfeto de Zinco - Parte I,
p. 2003-2018.
In: 50th Congresso anual,
São Pedro-SP, Brasil,
1995.
ISSN: 2594-5327, DOI 10.5151/2594-5327-50v4-265-280