ISSN 2594-357X
36º Seminário de Redução de Minério de Ferro e Matérias-Primas — Vol. 01 , num. 36 (2006)
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Abstract
Trabalhos anteriores indicaram a potencialidade de uso do carvão do Faxinal no processo de injeção de carvão pulverizado do alto-forno em misturas com carvões de alto rank. O objetivo deste trabalho é estudar o comportamento de combustão e de reatividade ao CO₂ de misturas de carvão Faxinal com o coque de petróleo através da técnica de análise termogravimétrica (TGA), tendo em vista seu uso em PCI. Os combustíveis foram caracterizados por análise química, petrográfica, de poder calorífico e HGI. Nos testes de combustão, as amostras foram aquecidas a 25°C/min até 1000°C. Nos ensaios de reatividade ao CO₂, as amostras foram mantidas em atmosfera de CO₂ a 1050°C, durante 1h, após pirólise em N₂, a 30°C/min. Os resultados dos testes de combustão indicaram que o aumento do teor de coque de petróleo na mistura, aumenta as temperaturas de início de combustão, de reatividade máxima e de burnout. Nos testes de reatividade dos chars ao CO₂, a reatividade máxima decresceu com o aumento da quantidade de coque de petróleo na mistura.
Trabalhos anteriores indicaram a potencialidade de uso do carvão do Faxinal no processo de injeção de carvão pulverizado do alto-forno em misturas com carvões de alto rank. O objetivo deste trabalho é estudar o comportamento de combustão e de reatividade ao CO₂ de misturas de carvão Faxinal com o coque de petróleo através da técnica de análise termogravimétrica (TGA), tendo em vista seu uso em PCI. Os combustíveis foram caracterizados por análise química, petrográfica, de poder calorífico e HGI. Nos testes de combustão, as amostras foram aquecidas a 25°C/min até 1000°C. Nos ensaios de reatividade ao CO₂, as amostras foram mantidas em atmosfera de CO₂ a 1050°C, durante 1h, após pirólise em N₂, a 30°C/min. Os resultados dos testes de combustão indicaram que o aumento do teor de coque de petróleo na mistura, aumenta as temperaturas de início de combustão, de reatividade máxima e de burnout. Nos testes de reatividade dos chars ao CO₂, a reatividade máxima decresceu com o aumento da quantidade de coque de petróleo na mistura.
Keywords
PCI, Reatividade, Coque de petróleo, Termogravimetria
PCI, Reactivity, Petroleum coke, Thermogravimetry
How to cite
Ghigg, Maria Luisa Formoso; Osório, Eduardo; Vilela, Antônio C. F..
ESTUDO DE REATIVIDADE DE MISTURAS DE CARVÃO DO FAXINAL E COQUE DE PETRÓLEO PARA USO EM PCI,
p. 213-222.
In: 36º Seminário de Redução de Minério de Ferro e Matérias-Primas,
São Paulo, Brasil,
2006.
ISSN: 2594-357X, DOI 10.5151/2594-357x-36Red-v1- 213-222