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Proceedings of the Ironmaking, Iron Ore and Agglomeration Seminars


ISSN 2594-357X

Title

ESTUDO DE REATIVIDADE DE MISTURAS DE CARVÃO DO FAXINAL E COQUE DE PETRÓLEO PARA USO EM PCI

ESTUDO DE REATIVIDADE DE MISTURAS DE CARVÃO DO FAXINAL E COQUE DE PETRÓLEO PARA USO EM PCI

Authorship

DOI

10.5151/2594-357x-36Red-v1- 213-222

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Abstract

Trabalhos anteriores indicaram a potencialidade de uso do carvão do Faxinal no processo de injeção de carvão pulverizado do alto-forno em misturas com carvões de alto rank. O objetivo deste trabalho é estudar o comportamento de combustão e de reatividade ao CO₂ de misturas de carvão Faxinal com o coque de petróleo através da técnica de análise termogravimétrica (TGA), tendo em vista seu uso em PCI. Os combustíveis foram caracterizados por análise química, petrográfica, de poder calorífico e HGI. Nos testes de combustão, as amostras foram aquecidas a 25°C/min até 1000°C. Nos ensaios de reatividade ao CO₂, as amostras foram mantidas em atmosfera de CO₂ a 1050°C, durante 1h, após pirólise em N₂, a 30°C/min. Os resultados dos testes de combustão indicaram que o aumento do teor de coque de petróleo na mistura, aumenta as temperaturas de início de combustão, de reatividade máxima e de burnout. Nos testes de reatividade dos chars ao CO₂, a reatividade máxima decresceu com o aumento da quantidade de coque de petróleo na mistura.

 

Trabalhos anteriores indicaram a potencialidade de uso do carvão do Faxinal no processo de injeção de carvão pulverizado do alto-forno em misturas com carvões de alto rank. O objetivo deste trabalho é estudar o comportamento de combustão e de reatividade ao CO₂ de misturas de carvão Faxinal com o coque de petróleo através da técnica de análise termogravimétrica (TGA), tendo em vista seu uso em PCI. Os combustíveis foram caracterizados por análise química, petrográfica, de poder calorífico e HGI. Nos testes de combustão, as amostras foram aquecidas a 25°C/min até 1000°C. Nos ensaios de reatividade ao CO₂, as amostras foram mantidas em atmosfera de CO₂ a 1050°C, durante 1h, após pirólise em N₂, a 30°C/min. Os resultados dos testes de combustão indicaram que o aumento do teor de coque de petróleo na mistura, aumenta as temperaturas de início de combustão, de reatividade máxima e de burnout. Nos testes de reatividade dos chars ao CO₂, a reatividade máxima decresceu com o aumento da quantidade de coque de petróleo na mistura.

Keywords

PCI, Reatividade, Coque de petróleo, Termogravimetria

PCI, Reactivity, Petroleum coke, Thermogravimetry

How to cite

Ghigg, Maria Luisa Formoso; Osório, Eduardo; Vilela, Antônio C. F.. ESTUDO DE REATIVIDADE DE MISTURAS DE CARVÃO DO FAXINAL E COQUE DE PETRÓLEO PARA USO EM PCI, p. 213-222. In: 36º Seminário de Redução de Minério de Ferro e Matérias-Primas, São Paulo, Brasil, 2006.
ISSN: 2594-357X, DOI 10.5151/2594-357x-36Red-v1- 213-222