ISSN 2594-5327
50th Congresso anual — Vol. 50 , num. 1 (1995)
Title
DOI
Downloads
Abstract
Este trabalho descreve resultados obtidos através de ensaios de torção a quente em aços inoxidáveis duplex, DIN W. Nr. 1.4460 e DIN W. Nr. 1.4462, que nas condições de trabalho a quente apresentam diferenças significativas nas proporções de fase austenítica na matriz ferrítica. Com uma série de ensaios isotérmicos até a fratura, com temperatura variando de 900 a 1200 °C de taxa de deformação de 1.0 s⁻¹, obtêm-se as curvas de deformação até a fratura versus temperatura, que indicam a ductilidade dos materiais. Em altas temperaturas (1100 - 1200°C) os materiais são bastante dúteis por apresentarem uma estrutura ferrítica com pequena proporção de austenita e pela ocorrência de recristalização dinâmica. Na região de baixa temperatura (900-1000 °C) tem-se maior proporção de austenita na matriz ferrítica e uma queda brusca na ductilidade. Embora estes aços possuam pequenas diferenças na composição química, possuem grandes diferenças na proporção de fase austenítica. Assim, em toda faixa de temperatura estudada, o aço DIN W. Nr. 1.4460 é mais dútil e apresenta menor proporção de austenita que o aço DIN W. Nr. 1.4462.
Este trabalho descreve resultados obtidos através de ensaios de torção a quente em aços inoxidáveis duplex, DIN W. Nr. 1.4460 e DIN W. Nr. 1.4462, que nas condições de trabalho a quente apresentam diferenças significativas nas proporções de fase austenítica na matriz ferrítica. Com uma série de ensaios isotérmicos até a fratura, com temperatura variando de 900 a 1200 °C de taxa de deformação de 1.0 s⁻¹, obtêm-se as curvas de deformação até a fratura versus temperatura, que indicam a ductilidade dos materiais. Em altas temperaturas (1100 - 1200°C) os materiais são bastante dúteis por apresentarem uma estrutura ferrítica com pequena proporção de austenita e pela ocorrência de recristalização dinâmica. Na região de baixa temperatura (900-1000 °C) tem-se maior proporção de austenita na matriz ferrítica e uma queda brusca na ductilidade. Embora estes aços possuam pequenas diferenças na composição química, possuem grandes diferenças na proporção de fase austenítica. Assim, em toda faixa de temperatura estudada, o aço DIN W. Nr. 1.4460 é mais dútil e apresenta menor proporção de austenita que o aço DIN W. Nr. 1.4462.
Keywords
Aços inoxidáveis duplex, Dutilidade a quente, Austenita, Recristalização dinâmica, Torção a quente
Aços inoxidáveis duplex, Dutilidade a quente, Austenita, Recristalização dinâmica, Torção a quente
How to cite
Hoffmann, Wanda Aparecida Machado; Balancin, Oscar.
EVOLUÇÃO DA DUTILIDADE A QUENTE COM A PROPORÇÃO DE AUSTENITA NA MATRIZ FERRÍTICA DE AÇOS INOXIDÁVEIS DUPLEX,
p. 395-406.
In: 50th Congresso anual,
São Pedro-SP, Brasil,
1995.
ISSN: 2594-5327, DOI 10.5151/2594-5327-50v1-395-406