ISSN 2594-357X
32º Seminário de Redução de Minério de Ferro e Matérias-Primas — Vol. 01 , num. 32 (2002)
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Abstract
Verificou-se que o ferro-esponja estudado perde massa quando aquecido em temperaturas superiores a 500°C com atmosfera inerte. O objetivo do trabalho é identificar a principal reação responsável pela perda de massa e o efeito desta na qualidade do material. Também é estudada a melhor relação entre tempo e temperatura necessária ao pré-aquecimento. Foram realizadas as seguintes análises nas amostras antes e após serem submetidas ao ensaio de pré-aquecimento: análise química via úmida para a determinação da metalização, análise química de carbono via combustão e as técnicas de difração de raios-x e espectroscopia Mössbauer. Para identificar a melhor relação entre tempo e temperatura de pré-aquecimento, foram realizadas análises termogravimétricas (TG) e análises térmicas no forno mufla em temperaturas superiores a 500°C. Com o pré-aquecimento, as análises químicas mostram o aumento da metalização e a diminuição do teor de carbono. Antes do pré-aquecimento, a difração de raios-x e a espectroscopia Mössbauer indicam a presença de ferro metálico, cementita e óxidos de ferro. Após o pré-aquecimento observa-se a diminuição da fase cementita e dos óxidos de ferro. Baseado nesses resultados sugere-se que a perda de massa seja devido à reação entre o carbono da cementita e os óxidos de ferro remanescentes contidos no ferro-esponja. As análises térmicas mostram a temperatura de 900°C como a mais indicada ao pré-aquecimento do ferro-esponja.
Verificou-se que o ferro-esponja estudado perde massa quando aquecido em temperaturas superiores a 500°C com atmosfera inerte. O objetivo do trabalho é identificar a principal reação responsável pela perda de massa e o efeito desta na qualidade do material. Também é estudada a melhor relação entre tempo e temperatura necessária ao pré-aquecimento. Foram realizadas as seguintes análises nas amostras antes e após serem submetidas ao ensaio de pré-aquecimento: análise química via úmida para a determinação da metalização, análise química de carbono via combustão e as técnicas de difração de raios-x e espectroscopia Mössbauer. Para identificar a melhor relação entre tempo e temperatura de pré-aquecimento, foram realizadas análises termogravimétricas (TG) e análises térmicas no forno mufla em temperaturas superiores a 500°C. Com o pré-aquecimento, as análises químicas mostram o aumento da metalização e a diminuição do teor de carbono. Antes do pré-aquecimento, a difração de raios-x e a espectroscopia Mössbauer indicam a presença de ferro metálico, cementita e óxidos de ferro. Após o pré-aquecimento observa-se a diminuição da fase cementita e dos óxidos de ferro. Baseado nesses resultados sugere-se que a perda de massa seja devido à reação entre o carbono da cementita e os óxidos de ferro remanescentes contidos no ferro-esponja. As análises térmicas mostram a temperatura de 900°C como a mais indicada ao pré-aquecimento do ferro-esponja.
Keywords
pré-aquecimento, ferro-esponja, óxidos de ferro remanescentes
pré-aquecimento, ferro-esponja, óxidos de ferro remanescentes
How to cite
Kempka, Anderson; Scal, Maurício Waineraich; Moraes, Carlos Alberto Mendes; Vilela, Antônio Cezar Faria.
INFLUÊNCIA DA TEMPERATURA DE PRÉ-AQUECIMENTO EM ATMOSFERA INERTE NA MELHORIA DA QUALIDADE DO FERRO-ESPONJA (DRI),
p. 265-274.
In: 32º Seminário de Redução de Minério de Ferro e Matérias-Primas,
None,
2002.
ISSN: 2594-357X, DOI 10.5151/2594-357x-32 V01 - 265-274