ISSN 2594-5327
54th Congresso anual — Vol. 54 , num. 1 (1999)
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Abstract
O presente trabalho tem como objetivo avaliar a influência da temperatura de serviço, no aço 1Cr-0,5Mo, o qual opera em regime de degradação por fluência, a partir de amostras retiradas de tubos de caldeiras de uma refinaria de petróleo. Correlaciona-se a evolução microestrutural com ensaios de fluência acelerados à carga constante de 49,6 MPa e a temperaturas de 600, 630, 650 e 670°C. O método de avaliação utilizado foi o de caracterização microestrutural por microscopia eletrônica de varredura (MEV) e transmissão (MET). No estudo feito por MET foi utilizada a técnica de extração de réplicas para identificação de carbonetos por difração. A partir das curvas obtidas nos ensaios de fluência pode-se verificar para a temperatura de 600°C os estágios de fluência, primário, secundário e terciário, sendo este o estágio mais avançado de degradação. Entretanto, acima de 600°C, não é possível distinguir estes estágios e o tempo de ruptura diminui drasticamente. No estágio inicial do ensaio a microestrutura se caracterizou pela presença de uma matriz ferrítica-perlítica bem definida , com predominância de carbonetos alongados do tipo M3C. Entretanto, para os estágios finais a microestrutura mostrou uma decomposição total das regiões perlíticas e uma acentuada precipitação de carbonetos esferoidizados da matriz e nos contornos de grão. Para temperatura de 600°C nota-se um menor grau de esferoidização, além de uma menor quantidade de vazios. Este comportamento está relacionado diretamente à evolução microestrutural ao longo do ensaio de fluência e ao tempo de exposição acima de 600°C.
O presente trabalho tem como objetivo avaliar a influência da temperatura de serviço, no aço 1Cr-0,5Mo, o qual opera em regime de degradação por fluência, a partir de amostras retiradas de tubos de caldeiras de uma refinaria de petróleo. Correlaciona-se a evolução microestrutural com ensaios de fluência acelerados à carga constante de 49,6 MPa e a temperaturas de 600, 630, 650 e 670°C. O método de avaliação utilizado foi o de caracterização microestrutural por microscopia eletrônica de varredura (MEV) e transmissão (MET). No estudo feito por MET foi utilizada a técnica de extração de réplicas para identificação de carbonetos por difração. A partir das curvas obtidas nos ensaios de fluência pode-se verificar para a temperatura de 600°C os estágios de fluência, primário, secundário e terciário, sendo este o estágio mais avançado de degradação. Entretanto, acima de 600°C, não é possível distinguir estes estágios e o tempo de ruptura diminui drasticamente. No estágio inicial do ensaio a microestrutura se caracterizou pela presença de uma matriz ferrítica-perlítica bem definida , com predominância de carbonetos alongados do tipo M3C. Entretanto, para os estágios finais a microestrutura mostrou uma decomposição total das regiões perlíticas e uma acentuada precipitação de carbonetos esferoidizados da matriz e nos contornos de grão. Para temperatura de 600°C nota-se um menor grau de esferoidização, além de uma menor quantidade de vazios. Este comportamento está relacionado diretamente à evolução microestrutural ao longo do ensaio de fluência e ao tempo de exposição acima de 600°C.
Keywords
fluência – vida residual – aço Cr-Mo
fluência – vida residual – aço Cr-Mo
How to cite
Costa, Hector Reynaldo Meneses; Guimarães, Ari Sauer; Bott, Ivani de Souza; Teixeira, Jose Claudio Guimarães.
INFLUÊNCIA DA TEMPERATURA DE SERVIÇO EM UM AÇO CR-MO SUBMETIDO A DANOS POR FLUÊNCIA,
p. 1803-1811.
In: 54th Congresso anual,
São Paulo, Brasil,
1999.
ISSN: 2594-5327, DOI 10.5151/2594-5327-C00720