ISSN 2594-357X
31º Seminário de Redução de Minério de Ferro e Matérias-Primas — Vol. 01 , num. 31 (2000)
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Abstract
As pelotas auto-redutoras são curadas a frio e, portanto a resistência mecânica a frio depende da natureza e da quantidade do aglomerante. Neste trabalho tenta-se correlacionar os tipos de microestruturas que formam em função do teor de aglomerante inorgânico e compará-las com a resistência mecânica. Para isso foram produzidas pelotas de minério de ferro contendo carvão mineral e com teores de 2% a 10% de cimento Portland. Mediram-se as evoluções de resistência mecânica com o tempo de cura e as microestruturas das pelotas curadas foram observadas por microscopia eletrônica de varredura. Verificou-se que houve um aumento de resistência com o aumento do teor de cimento, porém não de maneira linear. Entre 2 e 6% e entre 8 e 10% de aglomerante a intensidade de aumento da resistência foi pequena. Esta intensidade de aumento foi significativa entre 6 e 8%. Neste intervalo a resistência passou de valores de 200N / pelota para cerca de 490N / pelota. As observações microscópicas realizadas no MEV mostraram que para teores abaixo de 4% do aglomerante predomina a presença de fases de morfologias longas e grosseiras durante a hidratação do cimento. Foram observadas fases finas de um gel de silicato de cálcio hidratado para teores de aglomerante entre 6 e 10 % e houve um aumento dessas fases com o aumento do teor de aglomerante. Conclui-se que para teores acima de 8% havia excesso de aglomerante.
As pelotas auto-redutoras são curadas a frio e, portanto a resistência mecânica a frio depende da natureza e da quantidade do aglomerante. Neste trabalho tenta-se correlacionar os tipos de microestruturas que formam em função do teor de aglomerante inorgânico e compará-las com a resistência mecânica. Para isso foram produzidas pelotas de minério de ferro contendo carvão mineral e com teores de 2% a 10% de cimento Portland. Mediram-se as evoluções de resistência mecânica com o tempo de cura e as microestruturas das pelotas curadas foram observadas por microscopia eletrônica de varredura. Verificou-se que houve um aumento de resistência com o aumento do teor de cimento, porém não de maneira linear. Entre 2 e 6% e entre 8 e 10% de aglomerante a intensidade de aumento da resistência foi pequena. Esta intensidade de aumento foi significativa entre 6 e 8%. Neste intervalo a resistência passou de valores de 200N / pelota para cerca de 490N / pelota. As observações microscópicas realizadas no MEV mostraram que para teores abaixo de 4% do aglomerante predomina a presença de fases de morfologias longas e grosseiras durante a hidratação do cimento. Foram observadas fases finas de um gel de silicato de cálcio hidratado para teores de aglomerante entre 6 e 10 % e houve um aumento dessas fases com o aumento do teor de aglomerante. Conclui-se que para teores acima de 8% havia excesso de aglomerante.
Keywords
pelotas auto-redutoras, aglomeração a frio, microestrutura
pelotas auto-redutoras, aglomeração a frio, microestrutura
How to cite
Ferraz, Harisson Mattos; Takano, Cyro.
INFLUÊNCIA DO AGLOMERANTE NA CURA DE PELOTAS AUTO-REDUTORAS,
p. 189-198.
In: 31º Seminário de Redução de Minério de Ferro e Matérias-Primas,
None,
2000.
ISSN: 2594-357X, DOI 10.5151/2594-357x-31Red-v1-189-198