ISSN 2594-357X
1º Simpósio Brasileiro de Minério de Ferro — Vol. 01 , num. 1 (1996)
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Abstract
O carvão passou a ser usado nos processos de pelotização com o objetivo de se obter uma melhor distribuição de temperatura no interior da pelota durante a queima, assim como, reduzir o consumo de combustível nos fornos. Com isto, obteve-se também uma melhor uniformidade microestrutural, influindo de forma positiva sobre as propriedades físicas e metalúrgicas das pelotas de minério de ferro usadas nos altos-fornos. Neste trabalho foram avaliados os teores de carvão mineral 1,5% e 2,0% sobre as seguintes propriedades das pelotas: compressão da pelota queimada, tamboramento/abrasão, inchamento, resistência a passagem de gás - Delta P, redutibilidade, degradação à baixa temperatura - LTD, porosidade e índice de degradação de redução - RDI. As pelotas foram preparadas no “Pot Grate” da SAMARCO MINERAÇÃO S/A e utilizou-se o método fatorial de dois níveis no planejamento do teste e análise dos resultados. Foi utilizada ainda a microscopia ótica para auxiliar na interpretação dos resultados. Analisando o teor de carvão na pelota foi observado que, pelas tabelas de variância e pela microestrutura da pelota queimada, 2,0% de carvão é bastante elevado. Neste nível ocorre uma queda generalizada da qualidade da pelota, devido a redução indesejável da hematita, aumento da porosidade e fragilização da microestrutura. Mesmo considerando alguma influência positiva sobre as reduções de consumo de óleo e energia elétrica, aumento de produtividade e melhoria de pelotamento, 2,0% de carvão é totalmente desaconselhável.
O carvão passou a ser usado nos processos de pelotização com o objetivo de se obter uma melhor distribuição de temperatura no interior da pelota durante a queima, assim como, reduzir o consumo de combustível nos fornos. Com isto, obteve-se também uma melhor uniformidade microestrutural, influindo de forma positiva sobre as propriedades físicas e metalúrgicas das pelotas de minério de ferro usadas nos altos-fornos. Neste trabalho foram avaliados os teores de carvão mineral 1,5% e 2,0% sobre as seguintes propriedades das pelotas: compressão da pelota queimada, tamboramento/abrasão, inchamento, resistência a passagem de gás - Delta P, redutibilidade, degradação à baixa temperatura - LTD, porosidade e índice de degradação de redução - RDI. As pelotas foram preparadas no “Pot Grate” da SAMARCO MINERAÇÃO S/A e utilizou-se o método fatorial de dois níveis no planejamento do teste e análise dos resultados. Foi utilizada ainda a microscopia ótica para auxiliar na interpretação dos resultados. Analisando o teor de carvão na pelota foi observado que, pelas tabelas de variância e pela microestrutura da pelota queimada, 2,0% de carvão é bastante elevado. Neste nível ocorre uma queda generalizada da qualidade da pelota, devido a redução indesejável da hematita, aumento da porosidade e fragilização da microestrutura. Mesmo considerando alguma influência positiva sobre as reduções de consumo de óleo e energia elétrica, aumento de produtividade e melhoria de pelotamento, 2,0% de carvão é totalmente desaconselhável.
Keywords
Pelotas, Carvão, Propriedades de Pelotas
Pelotas, Carvão, Propriedades de Pelotas
How to cite
Mafra, Washington Luiz; Castro, Luiz Fernando Andrade de.
Influência do Teor de Carvão nas Propriedades Físicas e Metalúrgicas das Pelotas de Alto-Forno,
p. 269-286.
In: 1º Simpósio Brasileiro de Minério de Ferro,
None,
1996.
ISSN: 2594-357X, DOI 10.5151/2594-357x-1MinFe-269-286