ISSN 2594-5327
56th Congresso anual — Vol. 56 , num. 1 (2001)
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Abstract
Algumas ligas ferrosas contendo Mn e Si apresentam efeito memória de forma comparável ao das ligas à base de Cu. A adição de elementos de liga como Ni, Cr e Co aumenta consideravelmente a resistência à corrosão dessas ligas, tornando-as uma alternativa interessante para determinadas aplicações. O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito memória de forma em uma liga experimental Fe-8Mn-6Si-7Ni-13Cr-11Co (% em peso), através de ensaios de recuperação da deformação por dobramento. Amostras da liga laminada a quente, temperada e deformada foram caracterizadas por microscopia óptica e difração de raios-X. As temperaturas de transformação martensítica e reversa foram medidas por dilatometria. Foi observado que, para uma mesma deformação, o percentual de recuperação de forma aumenta com a temperatura de tratamento, tendendo a se estabilizar a partir de 500°C. Para uma mesma temperatura de tratamento, a recuperação de forma diminui com o aumento da quantidade de deformação. Ficou constatado que a austenita transforma-se em martensita e nos estágios iniciais de deformação e, para deformações mais elevadas, ocorre o aparecimento da martensita α’. A presença de martensita α’ é, provavelmente, o fator responsável pelo decréscimo da capacidade de recuperação de forma quando a quantidade de deformação aumenta.
Algumas ligas ferrosas contendo Mn e Si apresentam efeito memória de forma comparável ao das ligas à base de Cu. A adição de elementos de liga como Ni, Cr e Co aumenta consideravelmente a resistência à corrosão dessas ligas, tornando-as uma alternativa interessante para determinadas aplicações. O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito memória de forma em uma liga experimental Fe-8Mn-6Si-7Ni-13Cr-11Co (% em peso), através de ensaios de recuperação da deformação por dobramento. Amostras da liga laminada a quente, temperada e deformada foram caracterizadas por microscopia óptica e difração de raios-X. As temperaturas de transformação martensítica e reversa foram medidas por dilatometria. Foi observado que, para uma mesma deformação, o percentual de recuperação de forma aumenta com a temperatura de tratamento, tendendo a se estabilizar a partir de 500°C. Para uma mesma temperatura de tratamento, a recuperação de forma diminui com o aumento da quantidade de deformação. Ficou constatado que a austenita transforma-se em martensita e nos estágios iniciais de deformação e, para deformações mais elevadas, ocorre o aparecimento da martensita α’. A presença de martensita α’ é, provavelmente, o fator responsável pelo decréscimo da capacidade de recuperação de forma quando a quantidade de deformação aumenta.
Keywords
Efeito memória de forma, ligas Fe-Mn-Si, transformação martensítica
Efeito memória de forma, ligas Fe-Mn-Si, transformação martensítica
How to cite
Santos, Luiz Carlos; Arruda, Gilberto José de; Buono, Vicente Tadeu Lopes; Andrade, Margareth Spangler.
MEDIDA DO EFEITO MEMÓRIA DE FORMA EM UMA LIGA Fe-Mn-Si-Cr-Ni-Co,
p. 734-741.
In: 56th Congresso anual,
Belo Horizonte, Brasil,
2001.
ISSN: 2594-5327, DOI 10.5151/2594-5327-C01151