ISSN 2594-5300
13º Seminário de Aciaria — Vol. 01 , num. 13 (1981)
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Abstract
A corrosão termoquímica pela escória é o mais importante dos fatores de desgaste do revestimento refratário dos convertedores LD. No início ácida, a escória formada neutraliza-se pouco a pouco por dissolução de cal ao mesmo tempo que se enriquece em ferro. Nessas condições, constata-se que o desgaste dos revestimentos magnesianos é acentuado no início e no fim do sopro. A tendência atual consiste então em adicionar magnesia desde o início do sopro, o que permite obter no fim da operação uma escória saturada em MgO menos agressiva para o refratário e o que facilita aliás a dissolução da cal. Um certo número de ensaios industriais mostraram que a formação de uma escória saturada contendo 5 a 6% MgO permite, dependendo da qualidade do material adicionado, aumentar sensivelmente a vida do revestimento. No caso de campanhas de curta duração (inferiores a 600–700 corridas) os balanços econômicos realizados e levando em conta as condições locais de trabalho de convertedor mostram que essa adição é quase sempre válida. No caso onde se queira aumentar a produtividade dos convertedores e obter campanhas de longa duração, esta prática torna-se indispensável, além de outros modos de proteção do revestimento tais como: Operações metalúrgicas subsequentes. “Coating” entre cada sopro Reparações sistemáticas por projeção
A corrosão termoquímica pela escória é o mais importante dos fatores de desgaste do revestimento refratário dos convertedores LD. No início ácida, a escória formada neutraliza-se pouco a pouco por dissolução de cal ao mesmo tempo que se enriquece em ferro. Nessas condições, constata-se que o desgaste dos revestimentos magnesianos é acentuado no início e no fim do sopro. A tendência atual consiste então em adicionar magnesia desde o início do sopro, o que permite obter no fim da operação uma escória saturada em MgO menos agressiva para o refratário e o que facilita aliás a dissolução da cal. Um certo número de ensaios industriais mostraram que a formação de uma escória saturada contendo 5 a 6% MgO permite, dependendo da qualidade do material adicionado, aumentar sensivelmente a vida do revestimento. No caso de campanhas de curta duração (inferiores a 600–700 corridas) os balanços econômicos realizados e levando em conta as condições locais de trabalho de convertedor mostram que essa adição é quase sempre válida. No caso onde se queira aumentar a produtividade dos convertedores e obter campanhas de longa duração, esta prática torna-se indispensável, além de outros modos de proteção do revestimento tais como: Operações metalúrgicas subsequentes. “Coating” entre cada sopro Reparações sistemáticas por projeção
Keywords
Convertedor LD, Magnesia, Dolomita, Escória, Saturação em MgO, Desgaste Refratário, Vida de Revestimento, Corrosão Termoquímica
Convertedor LD, Magnesia, Dolomita, Escória, Saturação em MgO, Desgaste Refratário, Vida de Revestimento, Corrosão Termoquímica
How to cite
Jon, Monique.
MELHORAMENTO DO COMPORTAMENTO DOS REVESTIMENTOS DOS CONVERTEDORES LD POR ADIÇÃO DE MAGNESIA,
p. 119-146.
In: 13º Seminário de Aciaria,
None,
1981.
ISSN: 2594-5300, DOI 10.5151/2594-5300-13Aciaria-119-146