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Proceedings of the Ironmaking, Iron Ore and Agglomeration Seminars


ISSN 2594-357X

Title

MOAGEM DO MINÉRIO DE FERRO DE CARAJÁS PARA PRODUÇÃO DE PELOTAS

MOAGEM DO MINÉRIO DE FERRO DE CARAJÁS PARA PRODUÇÃO DE PELOTAS

Authorship

DOI

10.5151/2594-357x-1MinFe-549-562

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Abstract

Para adequar-se ao pelotamento, o minério de ferro deve ser moído dentro de uma faixa granulométrica estreita. A caracterização tecnológica do minério de Carajás revelou duas distribuições de tamanho de cristais distintos, uma de 20µm a 30µm, e outra criptocristalina, com tamanhos submicrométricos ou 10µm. Na moagem, cada uma dessas fases tende a gerar uma distribuição granulométrica distinta, o que resultaria em uma faixa muito mais ampla que a desejada. Os primeiros estudos de laboratório confirmaram essa tendência, revelando que a classificação seria a fase crítica na moagem. Os estudos em escala piloto compreenderam a utilização de diferentes F80, de 80µm a 4500µm. Foram testados moinhos de bolas convencionais, moinho de bolas vertical e prensa de rolos, além de diferentes circuitos de classificação. Os resultados mostraram que o moinho de bolas convencional adapta-se a qualquer das alimentações, enquanto o moinho vertical adequa-se com vantagem ao F80 mais fino. A prensa de rolos que trabalha apenas em circuito aberto adequou-se apenas a casos especiais de alimentações já bastante finas.

 

Para adequar-se ao pelotamento, o minério de ferro deve ser moído dentro de uma faixa granulométrica estreita. A caracterização tecnológica do minério de Carajás revelou duas distribuições de tamanho de cristais distintos, uma de 20µm a 30µm, e outra criptocristalina, com tamanhos submicrométricos ou 10µm. Na moagem, cada uma dessas fases tende a gerar uma distribuição granulométrica distinta, o que resultaria em uma faixa muito mais ampla que a desejada. Os primeiros estudos de laboratório confirmaram essa tendência, revelando que a classificação seria a fase crítica na moagem. Os estudos em escala piloto compreenderam a utilização de diferentes F80, de 80µm a 4500µm. Foram testados moinhos de bolas convencionais, moinho de bolas vertical e prensa de rolos, além de diferentes circuitos de classificação. Os resultados mostraram que o moinho de bolas convencional adapta-se a qualquer das alimentações, enquanto o moinho vertical adequa-se com vantagem ao F80 mais fino. A prensa de rolos que trabalha apenas em circuito aberto adequou-se apenas a casos especiais de alimentações já bastante finas.

Keywords

Minério de Ferro, Pellet Feed, Moagem

Minério de Ferro, Pellet Feed, Moagem

How to cite

Silva, Camilo Carlos; Duarte, Fábio Expedito; Goossens, Marcos; Horta, Ronaldo Moreira. MOAGEM DO MINÉRIO DE FERRO DE CARAJÁS PARA PRODUÇÃO DE PELOTAS, p. 549-562. In: 1º Simpósio Brasileiro de Minério de Ferro, None, 1996.
ISSN: 2594-357X, DOI 10.5151/2594-357x-1MinFe-549-562