ISSN 2594-5300
29º Seminário de Aciaria — Vol. 01 , num. 29 (1998)
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Abstract
A primeira máquina de lingotamento contínuo da Companhia Siderúrgica de Tubarão (CST) teve seu início de funcionamento em 1995, com capacidade nominal de 1,8 milhões de toneladas de placas por ano. Atualmente, o ritmo de produção atinge a 2,4 milhões de toneladas de placas/ano, sendo utilizados distribuidores com capacidade de 45 t. Em três anos de operação foram introduzidas modificações no distribuidor original, de 40 t, notadamente no que diz respeito ao revestimento refratário e utilização de obstáculos reguladores de fluxo. Com o objetivo de fornecer subsídios para a avaliação da eficácia de tais alterações, construíram-se modelos do distribuidor, na escala 1:3, que permitiram a realização de experimentos em regime permanente e isotérmico. A técnica empregada para a caracterização do fluxo consiste na adição de um traçador — anilina ou KCl — na forma de um pulso. Modelos matemáticos, de dispersão, de combinação de reatores ideais e de flotação de inclusões permitem então avaliar o comportamento do sistema. Foram testadas várias condições operacionais — combinação entre geometria interna do distribuidor e velocidade de lingotamento, além de anormalidades como a ausência de válvula longa — tanto para o caso de fluxos simétricos como para fluxos assimétricos. Embora a interpretação dos resultados referentes aos fluxos simétricos possa ser considerada imediata, fluxos assimétricos apresentam maior complexidade e requerem análise mais elaborada. Este trabalho descreve as características do modelo físico e os resultados das simulações realizadas em diferentes condições operacionais.
A primeira máquina de lingotamento contínuo da Companhia Siderúrgica de Tubarão (CST) teve seu início de funcionamento em 1995, com capacidade nominal de 1,8 milhões de toneladas de placas por ano. Atualmente, o ritmo de produção atinge a 2,4 milhões de toneladas de placas/ano, sendo utilizados distribuidores com capacidade de 45 t. Em três anos de operação foram introduzidas modificações no distribuidor original, de 40 t, notadamente no que diz respeito ao revestimento refratário e utilização de obstáculos reguladores de fluxo. Com o objetivo de fornecer subsídios para a avaliação da eficácia de tais alterações, construíram-se modelos do distribuidor, na escala 1:3, que permitiram a realização de experimentos em regime permanente e isotérmico. A técnica empregada para a caracterização do fluxo consiste na adição de um traçador — anilina ou KCl — na forma de um pulso. Modelos matemáticos, de dispersão, de combinação de reatores ideais e de flotação de inclusões permitem então avaliar o comportamento do sistema. Foram testadas várias condições operacionais — combinação entre geometria interna do distribuidor e velocidade de lingotamento, além de anormalidades como a ausência de válvula longa — tanto para o caso de fluxos simétricos como para fluxos assimétricos. Embora a interpretação dos resultados referentes aos fluxos simétricos possa ser considerada imediata, fluxos assimétricos apresentam maior complexidade e requerem análise mais elaborada. Este trabalho descreve as características do modelo físico e os resultados das simulações realizadas em diferentes condições operacionais.
Keywords
lingotamento contínuo, distribuidor, modelamento físico
lingotamento contínuo, distribuidor, modelamento físico
How to cite
Silva, Carlos Antônio da; Cardoso, Geraldo Iran S. L.; Perim, Carlos Alberto; Gallo, Maurizio; Veiga, Alfredo Fonseca; Martins, Eder Lúcio de Castro.
MODELAMENTO FÍSICO DO FLUXO DE AÇO NO DISTRIBUIDOR DO LINGOTAMENTO CONTÍNUO DA COMPANHIA SIDERÚRGICA DE TUBARÃO,
p. 255-274.
In: 29º Seminário de Aciaria,
Belo Horizonte, Brasil,
1998.
ISSN: 2594-5300, DOI 10.5151/2594-5300-29Aciaria-255-274