ISSN 2594-357X
29º Seminário de Redução de Minério de Ferro e Matérias-Primas — Vol. 01 , num. 29 (1998)
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Abstract
O processo de produção de gusa em altos-fornos tem demonstrado grande flexibilidade. O maior exemplo disso é uma menor utilização de coque, em função das dificuldades de se investir em coquerias. Isso está sendo possível com a operação de altos-fornos com altas taxas de injeção de carvão pulverizado. Na Europa, Japão e EUA já se praticam taxas de injeção acima de 200 kg/t gusa. Nesse trabalho são apresentados dados operacionais dos principais altos-fornos no mundo que operam com altas taxas de injeção de carvão pulverizado e, ao mesmo tempo, são discutidas as medidas operacionais adotadas que permitiram manter o processo estável e operando com alta produtividade. Como conclusão, pode-se afirmar que é viável a operação de altos-fornos com altas taxas de injeção de carvão pulverizado e, simultaneamente, trabalhar com alta produtividade.
O processo de produção de gusa em altos-fornos tem demonstrado grande flexibilidade. O maior exemplo disso é uma menor utilização de coque, em função das dificuldades de se investir em coquerias. Isso está sendo possível com a operação de altos-fornos com altas taxas de injeção de carvão pulverizado. Na Europa, Japão e EUA já se praticam taxas de injeção acima de 200 kg/t gusa. Nesse trabalho são apresentados dados operacionais dos principais altos-fornos no mundo que operam com altas taxas de injeção de carvão pulverizado e, ao mesmo tempo, são discutidas as medidas operacionais adotadas que permitiram manter o processo estável e operando com alta produtividade. Como conclusão, pode-se afirmar que é viável a operação de altos-fornos com altas taxas de injeção de carvão pulverizado e, simultaneamente, trabalhar com alta produtividade.
Keywords
injeção de carvão pulverizado, alto-forno
injeção de carvão pulverizado, alto-forno
How to cite
Castro, Luiz Fernando Andrade de; Tavares, Roberto Parreiras.
OPERAÇÃO DE ALTOS-FORNOS COM ALTAS TAXAS DE INJEÇÃO DE CARVÃO PULVERIZADO,
p. 787-804.
In: 29º Seminário de Redução de Minério de Ferro e Matérias-Primas,
None,
1998.
ISSN: 2594-357X, DOI 10.5151/2594-357x-29Red-787-804