ISSN 2594-357X
25º Seminário de Redução de Minério de Ferro e Matérias-Primas — Vol. 01 , num. 25 (1994)
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Abstract
São dois os vetores principais que motivam a perseguição de equacionamentos dos problemas advindos da geração de efluentes em processos industriais. O primeiro, de natureza puramente ambiental, se cristaliza na forma das pressões, formais (legislação) ou informais, da comunidade, sobre as empresas, para que estas enquadrem seus níveis de emissão em valores considerados toleráveis por aquela. O segundo, de conotação econômica, é uma decorrência do objetivo básico de qualquer empreendimento, que é a minimização dos custos e a otimização de resultados. Como tal, a redução de emissões significa aumento de rendimentos e redução nas quantidades de matérias-primas e insumos consumidos, por unidade de produto. Complementarmente, o seu aproveitamento, desde que em bases economicamente aceitáveis, reduz custos (uso interno) ou gera receitas adicionais (uso externo). Resumindo, a política ambiental das empresas está assentada em bases, tanto de natureza social, quanto empresarial. É interessante observar que no cerne das soluções adotadas, dentro da ótica empresarial, estão as motivações de caráter social. Com efeito, os sistemas de captação e tratamento de efluentes existem para reduzir os níveis de contaminação ambiental aos valores estabelecidos, a nível local, regional, nacional ou mundial. Considerando que a implantação e operação de tais sistemas implicam em elevação dos custos, tanto de investimento quanto operacional, é de se esperar que as empresas busquem soluções que reduzam, anulem ou, seria o ideal, revertam aquele efeito. Do ponto de vista ambiental, em termos de efluentes de um sistema qualquer, onde uma usina siderúrgica é um caso particular, são quatro as situações possíveis: os efluentes não são captados; os efluentes são captados e descartados em áreas de acumulação; os efluentes são captados e reciclados, interna ou externamente; os efluentes não são gerados. Normalmente, estas quatro situações coexistem dentro de um sistema, sendo que a intensidade da participação de cada uma varia de empresa para empresa e/ou de região para região.
São dois os vetores principais que motivam a perseguição de equacionamentos dos problemas advindos da geração de efluentes em processos industriais. O primeiro, de natureza puramente ambiental, se cristaliza na forma das pressões, formais (legislação) ou informais, da comunidade, sobre as empresas, para que estas enquadrem seus níveis de emissão em valores considerados toleráveis por aquela. O segundo, de conotação econômica, é uma decorrência do objetivo básico de qualquer empreendimento, que é a minimização dos custos e a otimização de resultados. Como tal, a redução de emissões significa aumento de rendimentos e redução nas quantidades de matérias-primas e insumos consumidos, por unidade de produto. Complementarmente, o seu aproveitamento, desde que em bases economicamente aceitáveis, reduz custos (uso interno) ou gera receitas adicionais (uso externo). Resumindo, a política ambiental das empresas está assentada em bases, tanto de natureza social, quanto empresarial. É interessante observar que no cerne das soluções adotadas, dentro da ótica empresarial, estão as motivações de caráter social. Com efeito, os sistemas de captação e tratamento de efluentes existem para reduzir os níveis de contaminação ambiental aos valores estabelecidos, a nível local, regional, nacional ou mundial. Considerando que a implantação e operação de tais sistemas implicam em elevação dos custos, tanto de investimento quanto operacional, é de se esperar que as empresas busquem soluções que reduzam, anulem ou, seria o ideal, revertam aquele efeito. Do ponto de vista ambiental, em termos de efluentes de um sistema qualquer, onde uma usina siderúrgica é um caso particular, são quatro as situações possíveis: os efluentes não são captados; os efluentes são captados e descartados em áreas de acumulação; os efluentes são captados e reciclados, interna ou externamente; os efluentes não são gerados. Normalmente, estas quatro situações coexistem dentro de um sistema, sendo que a intensidade da participação de cada uma varia de empresa para empresa e/ou de região para região.
Keywords
resíduos siderúrgicos, gestão ambiental, efluentes industriais, reciclagem de resíduos, sustentabilidade na siderurgia
resíduos siderúrgicos, gestão ambiental, efluentes industriais, reciclagem de resíduos, sustentabilidade na siderurgia
How to cite
Krüger, Paulo von.
PANORAMA MUNDIAL DE APROVEITAMENTO DE RESÍDUOS NA SIDERURGIA,
p. 539-545.
In: 25º Seminário de Redução de Minério de Ferro e Matérias-Primas,
None,
1994.
ISSN: 2594-357X, DOI 10.5151/2594-357x-25Red-539-545