ISSN 2594-357X
28º Seminário de Redução de Minério de Ferro e Matérias-Primas — Vol. 01 , num. 28 (1997)
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Uma parcela considerável da produção brasileira de ferro gusa é proveniente de mini altos-fornos operando a carvão vegetal e com carga ferrífera constituída integralmente por granulados de minérios de ferro. As atividades deste setor se concentram nos estados de Minas Gerais, Espírito Santo, Maranhão, Pará e Mato Grosso do Sul. No polo carajás, o Grupo Queiroz Galvão tem investido e se destaca na área de produção e exportação de ferro gusa do tipo aciaria. Neste trabalho é feita uma abordagem e uma descrição a respeito do processo de produção de gusa nas usinas siderúrgicas não integradas Simasa e Pindaré, localizadas no município de Açailândia/MA. Os altos-fornos destas usinas empregam o método de enfornamento do termorredutor por peso de carbono fixo. Utilizam unicamente granulados de minério de ferro da Serra dos Carajás, cujas características intrínsecas de qualidade para uso em altos-fornos são bastante diferenciadas daquelas dos minérios do Quadrilátero Ferrífero/MG. Além deste fornos, encontra-se em fase de construção o alto-forno número IV, com previsão de “start up” em dezembro deste ano. A performance operacional destes fornos, que trabalham com baixo volume de escória, é caracterizada por alto índice de produtividade e baixo consumo de carvão.
Uma parcela considerável da produção brasileira de ferro gusa é proveniente de mini altos-fornos operando a carvão vegetal e com carga ferrífera constituída integralmente por granulados de minérios de ferro. As atividades deste setor se concentram nos estados de Minas Gerais, Espírito Santo, Maranhão, Pará e Mato Grosso do Sul. No polo carajás, o Grupo Queiroz Galvão tem investido e se destaca na área de produção e exportação de ferro gusa do tipo aciaria. Neste trabalho é feita uma abordagem e uma descrição a respeito do processo de produção de gusa nas usinas siderúrgicas não integradas Simasa e Pindaré, localizadas no município de Açailândia/MA. Os altos-fornos destas usinas empregam o método de enfornamento do termorredutor por peso de carbono fixo. Utilizam unicamente granulados de minério de ferro da Serra dos Carajás, cujas características intrínsecas de qualidade para uso em altos-fornos são bastante diferenciadas daquelas dos minérios do Quadrilátero Ferrífero/MG. Além deste fornos, encontra-se em fase de construção o alto-forno número IV, com previsão de “start up” em dezembro deste ano. A performance operacional destes fornos, que trabalham com baixo volume de escória, é caracterizada por alto índice de produtividade e baixo consumo de carvão.
Keywords
Alto-forno, Polo Carajás, Ferro gusa
Alto-forno, Polo Carajás, Ferro gusa
How to cite
Galvão, Roberto Queiroz; Fragoso, Mário Dutra; Fialho, José Nicolau; Oliveira, Afonso Agenor Albuquerque de; Filho, José Batista Vieira; Costa, Sineas Santos; Silva, Hílton; Braga, Gualter Leôncio; Assis, Paulo Santos; Vieira, Cláudio Batista.
PRODUÇÃO DE FERRO GUSA NO POLO CARAJÁS: SIDERÚRGICAS SIMASA E PINDARÉ / GRUPO QUEIROZ GALVÃO,
p. 89-98.
In: 28º Seminário de Redução de Minério de Ferro e Matérias-Primas,
None,
1997.
ISSN: 2594-357X, DOI 10.5151/2594-357x-28Red-89-98