ISSN 2594-5327
54th Congresso anual — Vol. 54 , num. 1 (1999)
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Abstract
Foram estudadas as propriedades de fadiga de dois grupos de soldas de alta resistência e baixa liga com diferentes composições microestruturais. As soldas do grupo A apresentaram microestruturas compostas de ferrita acicular, ferrita alotriomórfica e ferrita de Widmanstätten, com limite de escoamento de aproximadamente 460 MPa, enquanto que as soldas do grupo B apresentaram microestruturas compostas de martensita de baixo carbono, bainita e ferrita acicular, com limite de escoamento de aproximadamente 850 MPa. A partir do ensaio de trincas longas, foi obtida a taxa de crescimento por ciclos de carregamento, da/dN, 𝑑 𝑎 𝑑 𝑁 = 1,18 × 10 − 12 ⋅ Δ 𝐾 2,90 , 𝑑 𝑎 𝑑 𝑁 = 1,34 × 10 − 11 ⋅ Δ 𝐾 2,64 dN da =1,18×10 −12 ⋅ΔK 2,90 , dN da =1,34×10 −11 ⋅ΔK 2,64 respectivamente para as soldas dos grupos A e B. Como pode ser observado a partir destas equações a taxa de crescimento foi mais alta para o grupo B. Da análise do fechamento de trinca pode ser concluído que o principal fator determinante de uma menor taxa de propagação para as soldas do grupo A foi a plasticidade desenvolvida pela microestrutura. Dos ensaios de trincas curtas foi observado que no caso das soldas do grupo A uma vez nucleada a trinca esta se propagava até o colapso do corpo de prova. Para as soldas do grupo B foi observado que não bastava a existência de uma trinca para que esta se propagasse até a fratura total do corpo de prova e que o fator controlador foi a granulometria associada a uma determinada composição microestrutural.
Foram estudadas as propriedades de fadiga de dois grupos de soldas de alta resistência e baixa liga com diferentes composições microestruturais. As soldas do grupo A apresentaram microestruturas compostas de ferrita acicular, ferrita alotriomórfica e ferrita de Widmanstätten, com limite de escoamento de aproximadamente 460 MPa, enquanto que as soldas do grupo B apresentaram microestruturas compostas de martensita de baixo carbono, bainita e ferrita acicular, com limite de escoamento de aproximadamente 850 MPa. A partir do ensaio de trincas longas, foi obtida a taxa de crescimento por ciclos de carregamento, da/dN, 𝑑 𝑎 𝑑 𝑁 = 1,18 × 10 − 12 ⋅ Δ 𝐾 2,90 , 𝑑 𝑎 𝑑 𝑁 = 1,34 × 10 − 11 ⋅ Δ 𝐾 2,64 dN da =1,18×10 −12 ⋅ΔK 2,90 , dN da =1,34×10 −11 ⋅ΔK 2,64 respectivamente para as soldas dos grupos A e B. Como pode ser observado a partir destas equações a taxa de crescimento foi mais alta para o grupo B. Da análise do fechamento de trinca pode ser concluído que o principal fator determinante de uma menor taxa de propagação para as soldas do grupo A foi a plasticidade desenvolvida pela microestrutura. Dos ensaios de trincas curtas foi observado que no caso das soldas do grupo A uma vez nucleada a trinca esta se propagava até o colapso do corpo de prova. Para as soldas do grupo B foi observado que não bastava a existência de uma trinca para que esta se propagasse até a fratura total do corpo de prova e que o fator controlador foi a granulometria associada a uma determinada composição microestrutural.
Keywords
soldas ARBL, propagação de trincas, nucleação de trincas curtas por fadiga
soldas ARBL, propagação de trincas, nucleação de trincas curtas por fadiga
How to cite
Braz, Maria Heloísa Pereira; Filho, Waldek Wladimir Bose; Spinelli, Dirceu.
PROPRIEDADES DE FADIGA DE SOLDAS DE ALTA RESISTÊNCIA E BAIXA LIGA COM DIFERENTES COMPOSIÇÕES MICROESTRUTURAIS,
p. 1812-1821.
In: 54th Congresso anual,
São Paulo, Brasil,
1999.
ISSN: 2594-5327, DOI 10.5151/2594-5327-C00721