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Proceedings of the Ironmaking, Iron Ore and Agglomeration Seminars


ISSN 2594-357X

Title

SIMULAÇÕES FÍSICAS E NUMÉRICAS PARA CONTROLE DA DEFORMAÇÃO E PROPAGAÇÃO DE TRINCAS NA CARCAÇA DO ALTO FORNO #2 DA CSN

SIMULAÇÕES FÍSICAS E NUMÉRICAS PARA CONTROLE DA DEFORMAÇÃO E PROPAGAÇÃO DE TRINCAS NA CARCAÇA DO ALTO FORNO #2 DA CSN

Authorship

DOI

10.5151/2594-357x-30Red-595-608

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Abstract

À medida que avança o desgaste do revestimento refratário dos Altos Fornos, há um aumento da carga térmica sobre a carcaça metálica do forno. Em adição, as placas de refrigeração ficam mais expostas à carga do forno, elevando-se o risco de queima. Num estágio mais avançado, existe o risco potencial da ocorrência de “pontos quentes”. Temperaturas superiores ao limite de trabalho do aço podem levar à deformação da carcaça. Por outro lado, as placas de refrigeração queimadas são isoladas e perdem a sua refrigeração, com consequente aumento da temperatura na área da carcaça sob a sua influência. A diferença de temperatura entre as áreas refrigerada e não refrigerada da carcaça leva à geração de tensões de tração, que podem causar a propagação de trincas. Esse processo tem início quando se atinge o “gradiente crítico de temperatura - ΔTc”, que é a diferença mínima de temperatura capaz de nuclear a propagação de trincas, que depende das propriedades termomecânicas do aço. De acordo com os resultados de simulações físicas de transferência de calor, a espessura mínima do revestimento refratário do Alto Forno #2 visando a preservação da carcaça metálica do forno é de 200mm. O gradiente crítico de temperatura, ΔTc, para início de propagação de trincas na carcaça, determinado com base na teoria da mecânica da fratura, é da ordem de 300°C.

 

À medida que avança o desgaste do revestimento refratário dos Altos Fornos, há um aumento da carga térmica sobre a carcaça metálica do forno. Em adição, as placas de refrigeração ficam mais expostas à carga do forno, elevando-se o risco de queima. Num estágio mais avançado, existe o risco potencial da ocorrência de “pontos quentes”. Temperaturas superiores ao limite de trabalho do aço podem levar à deformação da carcaça. Por outro lado, as placas de refrigeração queimadas são isoladas e perdem a sua refrigeração, com consequente aumento da temperatura na área da carcaça sob a sua influência. A diferença de temperatura entre as áreas refrigerada e não refrigerada da carcaça leva à geração de tensões de tração, que podem causar a propagação de trincas. Esse processo tem início quando se atinge o “gradiente crítico de temperatura - ΔTc”, que é a diferença mínima de temperatura capaz de nuclear a propagação de trincas, que depende das propriedades termomecânicas do aço. De acordo com os resultados de simulações físicas de transferência de calor, a espessura mínima do revestimento refratário do Alto Forno #2 visando a preservação da carcaça metálica do forno é de 200mm. O gradiente crítico de temperatura, ΔTc, para início de propagação de trincas na carcaça, determinado com base na teoria da mecânica da fratura, é da ordem de 300°C.

Keywords

simulações, carcaça, alto forno

simulações, carcaça, alto forno

How to cite

Silva, Sidney Nascimento; Marques, Oscar Rosa; Baldo, João Batista. SIMULAÇÕES FÍSICAS E NUMÉRICAS PARA CONTROLE DA DEFORMAÇÃO E PROPAGAÇÃO DE TRINCAS NA CARCAÇA DO ALTO FORNO #2 DA CSN, p. 595-608. In: 30º Seminário de Redução de Minério de Ferro e Matérias-Primas, None, 1999.
ISSN: 2594-357X, DOI 10.5151/2594-357x-30Red-595-608