ISSN 2594-5300
28º Seminário de Aciaria — Vol. 01 , num. 28 (1997)
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Abstract
Em maio de 1995, a Companhia Siderúrgica de Tubarão (CST) implantou uma unidade de refino secundário na sua usina de Tubarão, Vitória, ES. A estação denominada IR-UT ("Injection Refining – Up Temperature"), combina aquecimento químico, ajuste fino de composição química, borbulhamento de gases inertes através de lança, injeção de fio e injeção profunda de pós. Desta forma a estação cumpre funções de ajuste térmico e químico e, principalmente, de sincronização entre os convertedores e os lingotamentos contínuo e convencional. A unidade é caracterizada pelos baixos custos de investimento e de operação, pela simplicidade do 'design' e pela facilidade de manutenção. Basicamente, o sistema de controle de processo consiste de um computador de processo para guia operacional e execução dos modelos metalúrgicos e PLC's (Controladores Lógicos Programáveis) para operação da planta e aquisição de dados. O sistema é todo operado automaticamente. O computador de processo faz todos os cálculos e os resultados são enviados para os PLC's que executam o tratamento. O presente trabalho descreve o sistema de controle em seus diversos níveis hierárquicos bem como a sua integração com os demais sistemas da empresa.
Em maio de 1995, a Companhia Siderúrgica de Tubarão (CST) implantou uma unidade de refino secundário na sua usina de Tubarão, Vitória, ES. A estação denominada IR-UT ("Injection Refining – Up Temperature"), combina aquecimento químico, ajuste fino de composição química, borbulhamento de gases inertes através de lança, injeção de fio e injeção profunda de pós. Desta forma a estação cumpre funções de ajuste térmico e químico e, principalmente, de sincronização entre os convertedores e os lingotamentos contínuo e convencional. A unidade é caracterizada pelos baixos custos de investimento e de operação, pela simplicidade do 'design' e pela facilidade de manutenção. Basicamente, o sistema de controle de processo consiste de um computador de processo para guia operacional e execução dos modelos metalúrgicos e PLC's (Controladores Lógicos Programáveis) para operação da planta e aquisição de dados. O sistema é todo operado automaticamente. O computador de processo faz todos os cálculos e os resultados são enviados para os PLC's que executam o tratamento. O presente trabalho descreve o sistema de controle em seus diversos níveis hierárquicos bem como a sua integração com os demais sistemas da empresa.
Keywords
refino secundário, automação
refino secundário, automação
How to cite
Barão, Celso Dias; Garcia, César Augusto Martinazzi; Silva, Hélio; Viana, Júlio César Marinho; Machado, Lourival Silva; Mapa, Newton Rodrigues.
Sistema de automação do refino secundário da Companhia Siderúrgica de Tubarão,
p. 759-772.
In: 28º Seminário de Aciaria,
São Paulo, Brasil,
1997.
ISSN: 2594-5300, DOI 10.5151/2594-5300-28Aciaria-759-772