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Proceedings of the Seminar on Steelmaking, Casting and Non-Ferrous Metallurgy


ISSN 2594-5300

32º Seminário de Aciaria Vol. 01 , num. 32 (2001)


Title

The Future of Oxygen and Electric Steel Making

The Future of Oxygen and Electric Steel Making

Authorship

DOI

10.5151/2594-5300-32Aciaria-481-498

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Abstract

A participação do aço via EAF, expressa como percentual da produção total de aço, cresceu durante as últimas décadas. A produção de aço BOF, especialmente nos países industrializados, se concentrou na produção de grandes volumes de produtos planos de qualidade. As empresas líder otimizaram o processo BOF, e também toda a linha de produção, para um desempenho otimizado e volume máximo. Originalmente o EAF foi desenvolvido para fundir sucata de aço. Por modificações sucessivas os consumos foram reduzidos e, carregando por exemplo DRI/HBI ou metal quente, podem agora produzir aço de alta qualidade. A utilização de DRI tem ficado cada vez mais atrativa, em virtude do fato de que o volume de metal quente a ser carregado no EAF está restrito. Carregando-se elevados percentuais de DRI em aciarias base EAF, pode-se produzir um máximo de 2,5 milhões de toneladas em produtos planos de alta qualidade. Isto pode ser o conceito preferido em regiões com disponibilidade de finos de minério e gás natural ou carvão barato para a redução direta. Além disto, a maioria das usinas de redução direta foram instaladas perto de EAF’s, e a introdução da tecnologia de lingotamento de placas finas impulsionou a rota EAF de produção no sentido de uma nova geração de mini-usinas para produtos planos de alta qualidade. A comparação dos aspectos econômicos mostra que a produção de aço EAF na base de DRI é uma alternativa real, especialmente em países não industrializados. Novos processos híbridos, bem como a utilização de metal quente, desempenharão um papel maior no futuro. A rota BF/BOF continuará a dominar nos países industrializados, devido ao fato de que o preço equivalente de metal quente introduzido é 20-30 US$/t maior que do DRI (na base de mesmo custo de produção). Para produtos longos a rota EAF será a tecnologia dominante na produção de aço. Na Alemanha a tecnologia EAF atualmente parece tomar conta de toda a produção de produtos longos. O percentual provavelmente está limitado a 30%. Além disso, a escolha futura da rota de produção de aço para fabricação de produtos longos dependerá fortemente da utilização eficiente das modernas práticas de EAF disponíveis, já no resultado da prática infelizmente algumas vezes diferem muito da teoria. Em base mundial, o volume de aço plano produzido por esta rota também aumentará consideravelmente. Enquanto que o percentual atual é aproximadamente 34%, uma previsão de 40% para o ano 2005 parece razoável.

 

A participação do aço via EAF, expressa como percentual da produção total de aço, cresceu durante as últimas décadas. A produção de aço BOF, especialmente nos países industrializados, se concentrou na produção de grandes volumes de produtos planos de qualidade. As empresas líder otimizaram o processo BOF, e também toda a linha de produção, para um desempenho otimizado e volume máximo. Originalmente o EAF foi desenvolvido para fundir sucata de aço. Por modificações sucessivas os consumos foram reduzidos e, carregando por exemplo DRI/HBI ou metal quente, podem agora produzir aço de alta qualidade. A utilização de DRI tem ficado cada vez mais atrativa, em virtude do fato de que o volume de metal quente a ser carregado no EAF está restrito. Carregando-se elevados percentuais de DRI em aciarias base EAF, pode-se produzir um máximo de 2,5 milhões de toneladas em produtos planos de alta qualidade. Isto pode ser o conceito preferido em regiões com disponibilidade de finos de minério e gás natural ou carvão barato para a redução direta. Além disto, a maioria das usinas de redução direta foram instaladas perto de EAF’s, e a introdução da tecnologia de lingotamento de placas finas impulsionou a rota EAF de produção no sentido de uma nova geração de mini-usinas para produtos planos de alta qualidade. A comparação dos aspectos econômicos mostra que a produção de aço EAF na base de DRI é uma alternativa real, especialmente em países não industrializados. Novos processos híbridos, bem como a utilização de metal quente, desempenharão um papel maior no futuro. A rota BF/BOF continuará a dominar nos países industrializados, devido ao fato de que o preço equivalente de metal quente introduzido é 20-30 US$/t maior que do DRI (na base de mesmo custo de produção). Para produtos longos a rota EAF será a tecnologia dominante na produção de aço. Na Alemanha a tecnologia EAF atualmente parece tomar conta de toda a produção de produtos longos. O percentual provavelmente está limitado a 30%. Além disso, a escolha futura da rota de produção de aço para fabricação de produtos longos dependerá fortemente da utilização eficiente das modernas práticas de EAF disponíveis, já no resultado da prática infelizmente algumas vezes diferem muito da teoria. Em base mundial, o volume de aço plano produzido por esta rota também aumentará consideravelmente. Enquanto que o percentual atual é aproximadamente 34%, uma previsão de 40% para o ano 2005 parece razoável.

Keywords

Não identificadas na página fornecida.

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How to cite

Braga, Pedro; Rollinger, Bernt; Kleinschmidt, Guido. The Future of Oxygen and Electric Steel Making, p. 481-498. In: 32º Seminário de Aciaria, Belo Horizonte, Brasil, 2001.
ISSN: 2594-5300, DOI 10.5151/2594-5300-32Aciaria-481-498